<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240</id><updated>2012-01-29T17:29:46.471-03:00</updated><category term='Entre relações.'/><category term='Transforma.'/><category term='Sobre eles.'/><category term='Sobre si'/><title type='text'>Nilson C.</title><subtitle type='html'>Reflexo de uma mente.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>62</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5056280555282311000</id><published>2012-01-29T12:02:00.000-03:00</published><updated>2012-01-29T12:02:05.863-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Persigo a compreensão acerca daquilo que move o ser. Aparenta performática contradição a evolução histórica do homem e seu consubstancial retorno às formas sociais secularmente perdidas nos livros de História, pautadas muito mais numa superioridade fajuta do que em certos princípios básicos - dissociados dos valores monetários - como estilo de vida e pensamento. Julga-se incessantemente, assim como se abandona despudoradamente. Tentativas subsistem e&amp;nbsp;as aparências&amp;nbsp;merecem prioridade. Pois o que é essencialmente vulgar: a mediocridade discursiva ou a humildade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mediocridade é uma chaga sem tamanho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5056280555282311000?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5056280555282311000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2012/01/persigo-compreensao-acerca-daquilo-que.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5056280555282311000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5056280555282311000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2012/01/persigo-compreensao-acerca-daquilo-que.html' title=''/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8039513358437197813</id><published>2012-01-29T11:56:00.000-03:00</published><updated>2012-01-29T11:56:53.676-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;No meio do meu &lt;strong&gt;furacão&lt;/strong&gt;, sentindo minha &lt;strong&gt;mente&lt;/strong&gt; rodopiar em dolorosos estalos intermináveis. Centrifugamente eu recolho as minhas &lt;strong&gt;confusões&lt;/strong&gt; em camadas cada vez mais &lt;strong&gt;densas&lt;/strong&gt; de vento e poeira. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Será que um dia pararei?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8039513358437197813?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8039513358437197813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2012/01/no-meio-do-meu-furacao-sentindo-minha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8039513358437197813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8039513358437197813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2012/01/no-meio-do-meu-furacao-sentindo-minha.html' title=''/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-424573615532893564</id><published>2011-08-28T00:50:00.000-03:00</published><updated>2011-10-20T17:35:55.080-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Sonho &amp; Amor.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neste sábado, minha única vontade é de ver a lua. No entanto, permaneço neste quarto trancado ou na neblina que perpassa meus olhos de lágrimas negras que saem, caem, doem. Meu desejo é de ver a noite estrelada, perder-me na imensidão de luzes, vento e nostalgia. O que eu quero é o corpo da mulher que amo colado ao meu, estancando a ferida que volta hoje a jorrar. Procuro aquele rock cigano, meu coração vivo e um barco. Um barco para fugir, seguir as luzes de fim de tarde e me perder nessa felicidade de distância, silêncio e aroma de mar. Como um bom barco no mar, eu vou, eu vou... E, no fim, busco uma ilha onde viveríamos só nós dois, longe desse mundo cruel e egoísta. Longe de toda essa ignorância e decadência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se eu conseguisse tudo isso, talvez eu me tornasse astronauta da saudade. Que, apesar de todas aquelas mazelas, eu até gostava do mundo e seus mistérios. Sentiria falta dos paradoxos que compõem as coisas – todas as coisas. Talvez ainda eu me perdesse (física e espiritualmente) nessa nova imensidão e, de repente, saberia novamente o que significa a solidão. Reduzir-me-ia, então, ao pequenino grão de areia que era um pobre sonhador. E, vendo uma estrela no céu, tornaria a imaginar coisas de amor, buscando-te incansavelmente. Mais tarde, entre o colossal céu avermelhado e o martírio que era viver naquela ilha solitária, encontraria na praia, tão perdido quanto eu, o colar que te dera há anos. E sobreviveria, só para estarmos juntos de novo. Construiria nosso barco para voltar ao mundo louco que é a selva onde sabemos viver. Meses de construção e, já quase sem esperanças, caminharia pelas pedras em passos pesados e melancólicos. Até que, arrastando-me pela dor do meu coração – orgânico e metálico ao mesmo tempo -, ver-te-ia ao longe, nas ruínas de uma praça provavelmente feita e habitada por, quem sabe, dois outros loucos aventureiros. E tu, sempre linda e com teus vívidos olhos, diria que, sim, voltaria comigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Noites sofridas, dias ao sol e mortos de fome, chegaríamos. Mesmo cenário da partida. Beijaríamos com gosto de sorte e fatalidade, ao mesmo tempo, e, com um fogo no olhar – e na alma -, voltaríamos àquela loucura que os homens, conscientemente ou não, construíram. Mas não importaria. Porque estaria ao teu lado e, portanto, feliz. Porque felicidade é, de mãos dadas, vencermos todos os nossos medos e, no fim, chegarmos àquela praça de igreja, chafariz e sol.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neste sábado de ferida jorrada, minhas lágrimas durante um banho e um quarto escuro tocando Cazuza enquanto eu acordava sem forças foram o meu cenário. Nesse furacão que sou eu perdido nos meus sonhos batalhando contra aquelas mentiras, não sei quem vence. A única coisa que sei é que eu, ainda astronauta da saudade, apenas te quero por entre flores e estrelas. Apesar de tudo, viajei e te encontrei, mesmo eu estando envolto pelo meu turbilhão de sentimentos. Na frente de todo esse cortejo, no entanto, o teu beijo. Sonho ou realidade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Belezas são coisas acesas por dentro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Te amo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-424573615532893564?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/424573615532893564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/sonho-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/424573615532893564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/424573615532893564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/sonho-amor.html' title='Sonho &amp; Amor.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8659089704607913869</id><published>2011-08-28T00:32:00.001-03:00</published><updated>2011-08-28T00:33:38.283-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Existencialismo</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na procura de uma definição do que eu sou, deparo com esses domingos. A minha preocupação com esses dias tem um fundamento: é que os domingos quase sempre afloram todos os meus instintos, trazem as melhores e as piores lembranças e – nos melhores casos – acabam no frenesi musical típico de mim. Hoje, por exemplo, é domingo, e ele se resumiu aos meus pensamentos sobre o ócio (metalinguagem? O ócio dos domingos é a verdadeira essência desses fatídicos dias: serei o ócio a esse instante.), o futuro de um certo namoro e a raiva dilacerante pelo egoísmo. Em geral, penso também sobre família, mas esse é um outro capítulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora é final de domingo, e o meu frenesi musical está contigo numa rádio tocando Pink Floyd. Essa explicação sobre o hoje foi só para demonstrar o quão frenéticos são esses domingos. Assim mesmo, de pensamentos soltos, confusos, desconexos, instantâneos, por vezes circulares. Mas eles possuem uma importância vital nessa descoberta de mim: são esses dias que realmente descortinam minhas máscaras e mostram o meu verdadeiro ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Certa vez, assistindo a uma coletânea de contos chamada “Crônicas da cidade amada”, chamou minha atenção uma história, coincidentemente ou não, sobre os domingos. Era o relato de um sétimo dia (ou primeiro, como prefiram, mas pra mim é sétimo) “feliz” (ideal) que um homem vivia. Em tese, eu não vivi metade de um domingo tal qual o que aquele senhor vivera. Afinal, diametralmente opostos, meus domingos são nada mais que a confusão de mim em mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Talvez eu seja exatamente essa confusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Acabo concluindo, na maioria das vezes, que sou esse caleidoscópio de sensações e personalidades que, a cada instante, mostra um tom diferente, uma faceta inexplorada, um novo e complicado ser. E é um desafio ser e entender todas essas partes que aparecem e desaparecem (quase que) arbitrariamente. Falando assim, até pareço alguma espécie de psicopata, com um sério distúrbio de personalidade ou em crise de identidade. Mas eu acredito muito que não sou o único a ter esse tipo de confusão, o que talvez signifique que possuímos algum distúrbio, no mínimo, muito semelhante (que bela conexão essa!). Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Penso que essa mistura tão diversa de seres que me compõem também seja fruto do meu vasto universo de objetivos – o conhecimento, viver o amor e construir um mundo mais justo são só alguns desses objetivos. Isso tudo certamente reflete a minha condição humana, o que inclui a minha personalidade, minhas preferências e até com quem eu me relaciono. Talvez eu seja definido exatamente por essa necessidade de seguir um instinto ou agir de certa forma. E talvez, ainda, minha definição última seja de fato esta: eu sou o que são os meus sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8659089704607913869?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8659089704607913869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/na-procura-de-uma-definicao-do-que-eu.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8659089704607913869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8659089704607913869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/na-procura-de-uma-definicao-do-que-eu.html' title='Existencialismo'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-7989503571357058155</id><published>2011-08-28T00:29:00.000-03:00</published><updated>2011-08-28T00:29:37.868-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Teatro.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Luzes acesas. Meu cenário externo é um palco iluminado, decorado para parecer uma cozinha. Sim, uma cozinha. Lá estou eu, tentando inventar alguma coisa interessante para comer, procurando talvez uma distração ou um refúgio do meu outro cenário. Diametralmente oposto, submerso e sombrio, este é outra parte de mim. É aquela parte que, embora seja aparentemente menos ativa, é a mais gritada. Eis o espiral dos meus sentimentos que não permanece estático. Sequer tira férias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-7989503571357058155?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/7989503571357058155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/teatro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7989503571357058155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7989503571357058155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/teatro.html' title='Teatro.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-9010783957062051318</id><published>2011-08-28T00:27:00.000-03:00</published><updated>2011-08-28T00:27:07.740-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Para o desconhecido.</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;[Para um amigo]﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ele se julgava superficial. No final das contas, não era. Mas não possuía a consciência do seu próprio ser - do ser sonhar e pensante. Pelo contrário, talvez,&amp;nbsp;na medida em&amp;nbsp;que martirizava a si mesmo através da própria análise. Ora, como não ser profundo ao ter coragem de criticar as próprias mazelas? – Pois é justificável que escrevas, tamanha a dimensão da tua desconhecida matéria. Há de se conhecer e compreender.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-9010783957062051318?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/9010783957062051318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/para-o-desconhecido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/9010783957062051318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/9010783957062051318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/para-o-desconhecido.html' title='Para o desconhecido.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-4164429759893791729</id><published>2011-08-28T00:11:00.000-03:00</published><updated>2011-08-28T00:11:26.309-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Sobre Direito e Pequeno trecho da infância.</title><content type='html'> &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Certa vez, li de uma amiga que algumas das nossas impressões da infância acabam se tornando parte da nossa personalidade. Certamente, uma das minhas maiores experiências infantis fora encontrar um livro de psicologia e passar dias alimentando minha curiosidade sobre esta ciência. Desde então, pensei em fazer o curso homônimo. Alguns anos depois, apesar dos encantos psicológicos, optei pela ciência do Direito – que é aquela de que me ocupo hoje. Entre minhas análises sobre Kelsen, Hart, Dworkin, Nino e demais autores que constituem minha atual base jurídica (demasiado controversa, aliás), deparo, lá no alto da estante, com um livro verde (ou azul?) de título “Psicologias”. Agora eu me questiono como teria sido viver a psicologia como opção de carreira. Estaria mais identificado? O que importa é que estaria inquieto da mesma forma, neste mesmo instante. Essa inquietação psico-jurídica e até – confesso – jornalística talvez venha de infância também. Pois, quando criança, já havia em mim a capacidade – e vontade – de ser quem eu quisesse, onde e quando eu desejasse: ou seja, uma inquietação residente no ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No mais, inquietações à parte, o fato é que me divirto estudando Direito (como tanto almejei). Talvez, no entanto, isso exija uma responsabilidade (punível e moralmente censurável, caso eu a negligencie mentalmente) que me toma mais do que deveria. Faz um tempo que não escrevo, emociono-me com alguma música ou dou boas risadas com os amigos. E hoje, tão próximo de uma das mais desesperadoras provas, eu consegui fazer tudo isso. E me sinto bem, pois tudo o que fiz neste dia se tornou parte dos reflexos reavivados da minha infância, que foi construída de uma forma tão especial e única que nem sei como agradecer por ela à vida. Talvez a questão seja de fato viver, e é a esse fim que os meios mostram a mim os diversos lados do ser. Decididamente, estou ligado de forma psicológica ao viver &lt;personname productid="em si. Eis" w:st="on"&gt;em si. Eis&lt;/personname&gt; um traço da infância que jamais se apagará.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-4164429759893791729?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/4164429759893791729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/sobre-direito-e-pequeno-trecho-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4164429759893791729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4164429759893791729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/sobre-direito-e-pequeno-trecho-da.html' title='Sobre Direito e Pequeno trecho da infância.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8324815545960801339</id><published>2011-08-27T23:59:00.000-03:00</published><updated>2011-08-27T23:59:58.950-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após longo período de recesso criativo neste blog, volto a postar mais textos.&amp;nbsp;Alguns dos próximos textos (atualizações)&amp;nbsp;são parte de um longo, turbulento e incrível semestre. Não tive muito tempo para escrever ou atualizar o blog, por isso o abandono. O homem, no entanto, enquanto ser que só&amp;nbsp;é capaz de conhecer as coisas em fragmentos, necessita também da literatura para viver. Volto, portanto, a escrever.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8324815545960801339?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8324815545960801339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/apos-longo-periodo-de-recesso-criativo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8324815545960801339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8324815545960801339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/08/apos-longo-periodo-de-recesso-criativo.html' title=''/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-3565485661988322898</id><published>2011-04-30T22:47:00.000-03:00</published><updated>2011-10-20T17:36:20.243-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Capítulo VII [esboço]</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Vf4NDPH9XeM/Tby7U5jwYGI/AAAAAAAAAT0/_ZBLxhSuTBY/s1600/SDC12460.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Vf4NDPH9XeM/Tby7U5jwYGI/AAAAAAAAAT0/_ZBLxhSuTBY/s400/SDC12460.JPG" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mariano ali, parado. Estático, imóvel. Olhos acesos, mente vazia. Um leve tremor do lado esquerdo do corpo. Um derrame ou a iminência de uma emoção? Um mar de nervosismo e tontura, tontura, &lt;span style="color: red;"&gt;tortura&lt;/span&gt;. Segundos de um coma, coração agora volta a bater. Doença ou &lt;span style="color: red;"&gt;paixão&lt;/span&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pensou que agora escutava o que antes era inaudível. E ouvir não é tão semelhante a entender. O que importa, afinal, é essa espécie de sentir, ou qualquer coisa assim com esse mesmo sentido. Porque ele não tinha certeza do que sentia, ou mesmo se sentia, se é que ele sabia sentir. E se eu sentir, quem vai me dizer que ela sente? E ela sente?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas explicações eram insuficientes naquele estágio. Mariano só sabia que já tinha sido tomado, aquilo já era parte dele. Ou um reflexo. Será que eu me encontrei, afinal?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [...]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E Mariano viu-se todo amor. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-3565485661988322898?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/3565485661988322898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/04/capitulo-vii-esboco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3565485661988322898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3565485661988322898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/04/capitulo-vii-esboco.html' title='Capítulo VII [esboço]'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Vf4NDPH9XeM/Tby7U5jwYGI/AAAAAAAAAT0/_ZBLxhSuTBY/s72-c/SDC12460.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-4986392515427730428</id><published>2011-04-30T22:30:00.000-03:00</published><updated>2011-10-20T17:36:50.920-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Passagem.</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lyZbDvjGZoE/Tby2ye-eMcI/AAAAAAAAATw/6C_QNQIS-us/s1600/SDC16015.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-lyZbDvjGZoE/Tby2ye-eMcI/AAAAAAAAATw/6C_QNQIS-us/s400/SDC16015.JPG" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ontem o que eu vi foi cidade lavada, pronta para experimentar novas sensações, descarregada de todo o pudor habitual dos que nela habitam. E disso surgia certo entusiasmo, porque sua condição de renovada não permitia qualquer planejamento bem feito. Bem verdade, gostava da desordem, do pouco senso. Até porque aquela não havia sido uma lavagem qualquer, mas uma lavagem de alma. Como era noite, as luzes produziam efeito de retrocesso ao passado, reconstruindo todas as imagens de amor e plenitude vividas e jamais esquecidas. De repente, veio aquela dor, aquela mesmo, dor de saudade, de vontade louca de voltar e não mais ficar, de partir, quem sabe, de fugir. E desde quando desejo está no mesmo universo do que é considerado certo?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje o que eu vi foi tarde ensolarada, quem sabe escancarada, e as pessoas lá embaixo na praia, quiçá felizes [ou são uma farsa?], caminhando sobre as pedras e areia ou saboreando o cheiro do mar e o barulho das festas de família. E ser admirador do sol tem lá suas vantagens, afinal. E disso nasceu alegria, talvez felicidade, mas nasceu - isso é o que importa. Incrivelmente hoje é sábado - sincronicidade maior do que essa é meio improvável. E nessa visão que tive hoje, as coisas densas e leves se fundiam numa só matéria, em torno de um único ser. Mesmo eu não possuindo tanta destreza acerca do que é imaterial, o que senti foi uma espécie de esclarecimento. E, assim, voltou a plenitude. Doce plenitude. Rara plenitude.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;"E eu que só me vejo em partes, só vejo meu reflexo no espelho."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(entre 2010 e 2011)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-4986392515427730428?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/4986392515427730428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/04/passagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4986392515427730428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4986392515427730428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/04/passagem.html' title='Passagem.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lyZbDvjGZoE/Tby2ye-eMcI/AAAAAAAAATw/6C_QNQIS-us/s72-c/SDC16015.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-6160402605504396015</id><published>2011-02-21T17:22:00.000-03:00</published><updated>2011-02-21T17:22:50.466-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Dicotomia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; João via o relógio em seu pulso. Dez horas. Era o único referencial. Porque aquele relógio jamais iria lhe trair a indicação do tempo - pelo contrário, esse mesmo tempo era traidor do relógio ao carregar justificativas para um possível defeito (que muitas vezes nem era defeito de verdade). Nesse sentido, o tempo também traia João, porque tentava tirar-lhe sua única base de sustentação. E foram tantos relógios que a conta se perdia simultaneamente. Mas aquele era diferente. Ir-se-ia agora? Talvez, talvez. Talvez ele estivesse realmente velho – e a impressão das coisas velhas não era muito boa. Mas já não importava a impressão, importava o significado de um relógio como aquele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estático – assim o objeto continuava. Da mesma forma, João. Porque já não havia mais referência alguma. Ou nunca houve e o relógio fora apenas uma desculpa. Por que só aquele relógio? Outros tantos para atribuir títulos tão vinculados a uma vida. Outros tantos que poderiam parar assim, subitamente. Justo aquele. Ou aquele homem é que já tinha parado? Não importa. Importa sim. A quem? Tanto faz, o importante era o relógio. Mas se aquele já tinha parado por sua causa, todos os outros parariam daquela mesma forma. Naquele mesmo horário. Porque outro horário já indicaria qualquer progressão. Ou regressão. Qualquer movimento. Era tudo o que João queria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Resolveu comprar outro relógio, na esperança de alguma espécie de renovação. Claro, o horário tinha que ser diferente. Onze horas era o horário de partida para a busca, pois precisava seguir em frente. Precisava, mas não necessariamente queria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diversas lojas, inúmeros modelos, infinitos ponteiros. Nada agradava, tudo parecia automatizado ou luxuoso demais – procurava algo humanamente simples. Muito tempo depois, encontrou dois relógios que poderiam ser tão especiais quanto o estático. Um deles indicava nove horas, enquanto o outro estava em onze. Observou novamente o seu pulso com as dez eternas horas. E o tempo já não era mais um critério seguro. Porque não sabia se ia ou voltava. Se naquele momento eram nove ou onze.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Transito entre dois lados, pensou. Eis a verdade escancarada: ou era estático ou transitava entre extremos. Doce vida de dicotomia. Amarga. Doce. Amarga. Doce. João nunca fora, afinal, de ter heróis convencionais, inspirações cotidianas ou uma localização bem precisa quando a questão era pensamento. E os três relógios ainda marcavam dez horas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-6160402605504396015?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/6160402605504396015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/02/dicotomia.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6160402605504396015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6160402605504396015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/02/dicotomia.html' title='Dicotomia'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-262374579638137613</id><published>2011-02-08T11:44:00.001-03:00</published><updated>2011-10-20T17:36:50.921-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Vertigem.</title><content type='html'>&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TVFWhLpv1RI/AAAAAAAAATM/svHh641OgVM/s1600/SDC14389.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TVFWhLpv1RI/AAAAAAAAATM/svHh641OgVM/s400/SDC14389.JPG" width="341" /&gt;&lt;/a&gt;O mundo inteiro caminhando, menos eu.&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;É assim que me sinto hoje. Pessoas saindo, divertindo-se, aproveitando cada instante... sendo felizes! Será que eu sei ser feliz? É que felicidade é um sentimento tão distante que passo a questionar a sua existência. Sinto-me um herege nessa descrença. Talvez eu até acreditasse mais se eu fosse outro. Se eu fosse bonito, se eu fosse interessante, se eu fosse inteligente, se eu fosse forte, se eu fosse o máximo (!). E fico atrelado a esse condicional infindável. Porque já não sei ser nenhuma dessas coisas, eu só sei ser eu. E isso é até bom, por uma questão de sinceridade. Mas tem seu lado ruim também: se eu fosse todas essas coisas, eu seria melhor, mais feliz. O pior é que nunca se é o que deveria ser de verdade. Conclusão trágica: além de não ser atraente o suficiente, só sou parte de mim. E uma parte essencialmente disforme, solita. E permaneço nesse despreparo – não sei viver, afinal. Fico pensando no futuro, se tudo vai continuar assim. Porque chega uma hora em que só resta você e uma família para cuidar. E terei família? Se não sou suportável o bastante por um mês, imagina para o resto da vida. Talvez essa coisa de destino funcione assim: uns só precisam escolher com quem desejam ficar; outros precisam esperar um pouco (é o tempo de conseguirem se encaixar); enquanto que os que sobram (poucos!) ficam com a solidão, porque até mesmo ela precisa de companhia. A diferença é que estes últimos são eternamente insaciados e acabam numa vida amargurada. Isso revolta, é claro – é muito injusta a idéia de que você precisa “ser escolhido” para ser feliz. A partir daí é que eu canso de ser eu mesmo. Canso de tentar fazer a coisa certa e acabar me deparando com tanto erro. Então vejo meu passado remexido, quase repensado: nasci assim, tornei-me assim, por quê? Eu poderia ter sido qualquer uma dessas pessoas bem localizadas tranquilamente! Mas por que não? É. É vida de incerteza, de instabilidade. Quem sabe eu consiga uma conversa com esse tal de destino e ganhe uma existência digna, renovada. Ou um coração menos escravo de tanta necessidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;PS: escrito antes de eu descobrir o poder de refazer a própria felicidade (sim, é possível!) e postado depois de saber quem são os verdadeiros infelizes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-262374579638137613?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/262374579638137613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/02/vertigem.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/262374579638137613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/262374579638137613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/02/vertigem.html' title='Vertigem.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TVFWhLpv1RI/AAAAAAAAATM/svHh641OgVM/s72-c/SDC14389.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-76791671759477032</id><published>2011-01-18T15:21:00.000-03:00</published><updated>2011-10-20T17:37:37.255-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Para Roland Barthes.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Mais um capítulo para&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Fragmentos de um Discurso Amoroso&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Revelação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Revelação&lt;/em&gt;. O sujeito amoroso, diante da angústia ou do infortúnio,&amp;nbsp;revela parte de si ao objeto, na crença de alguma espécie de esperança ou abrigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Na agonia da incerteza, resolvi procurar um ouvinte a fim de diluir toda a apreensão. Ao encontrá-lo (ou considerar que o tivesse encontrado), destrincho, com maestria e utilização de toda a sorte de figuras, as desventuras em que estavam encerradas a preocupação e até o desespero. Após longa conversa (praticamente um monólogo!), o outro reage com discurso vindo de um pessimismo ainda maior. Não que houvesse novidade – muito no entanto, a constatação da desgraça aumentava a já sentida dor. Volto para a solidão com a calma ainda mais distante do que antes da inútil procura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso é muito parecido com &lt;em&gt;angústia&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. O sujeito amoroso procura, no ato da tristeza, o objeto em busca de compreensão ou de algum retorno positivo. Nesse intuito, &lt;em&gt;revela&lt;/em&gt; uma parte de si antes até inexplorada (já que nunca se conhece o todo do sujeito), produzindo uma espécie de coerção para a crença em sua fatalidade. Assim, busca não a pena, mas a tranqüilidade já aniquilada pela própria angústia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Não deveria ser o sujeito independente? – Apesar da procura pela independência, o sujeito atrela a Imagem do objeto ao ponto seguro de sua vivência, visão inevitavelmente distorcida pela experiência amorosa.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. A &lt;em&gt;revelação&lt;/em&gt; seria, então, a porta de entrada para uma espécie de clemência por parte do objeto – assim, amaria o sujeito também por aquele sofrimento, por aquela mágoa, por aquela angústia. Mais ainda: torna evidente a necessidade do objeto diante do infortúnio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Certo dia, X... caminhava pelas ruas com suas roupas mais surradas e com a expressão deteriorada; e o que revelava no ato não era sua condição social, mas sua condição psíquica. Ninguém entendia muito a necessidade de X..., que suplicava não se sabia o quê. Então, davam-lhe dinheiro, comida, roupa, cobertores. No entanto, X... doava tudo aos verdadeiros moradores daquelas ruas, sendo, no final das contas, incompreendido. Logo, posteriormente, deram-lhe a injusta condição da loucura. Pelo contrário: tudo o que X... desejava era o sinal de algum &lt;em&gt;amor&lt;/em&gt;.)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-76791671759477032?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/76791671759477032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/01/para-roland-barthes.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/76791671759477032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/76791671759477032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/01/para-roland-barthes.html' title='Para Roland Barthes.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-1324033791091328468</id><published>2011-01-04T20:10:00.002-03:00</published><updated>2011-10-20T17:38:33.090-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Janeiro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TSOoOK5t7xI/AAAAAAAAATA/iQlEwPIaJYw/s1600/SDC15711.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TSOoOK5t7xI/AAAAAAAAATA/iQlEwPIaJYw/s400/SDC15711.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Finalmente chegou Janeiro. Corrigindo: finalmente eu senti Janeiro. Porque só se é esse mês quando chegam aquele céu escuro, aquele aperto no coração intensificando um nervosismo e todos os sinais possíveis de livros e músicas que eu possa ler e escutar (respectivamente). Os tais “Janeiros” lembram também que um ano novo começa, mil planos na cabeça, eu serei melhor, eu serei melhor, e que outras mil coisas voltam a acontecer, assim como fora em todos os anos já vividos. Exemplo: escola. É, não tenho mais escola. E para onde eu vou mesmo? Quem eu encontrarei lá? Irei gostar, afinal? Socorro, alguém pode prever o meu futuro, pelo amor de Deus?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pensando de uma forma bastante otimista: voltarei às aulas. É, rotina de estudos é algo chato quando se está dentro da coisa, mas sinto uma bruta falta de aprender o inimaginável, de me desesperar com provas, notas, trabalhos e ainda tentar arranjar tempo pra ler, dar atenção à família, aos amigos e, no final de tudo, encontrar novas referências musicais (minha paixão). Parece que a falta de tempo é o gosto da tentativa, afinal. Ou sei lá. Talvez eu goste mesmo de viver atormentado!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas julgando pelo lado que realmente importa, chega outra falta. Por mais que se tente, por mais que eu saia mil vezes ao mês ou fique ao telefone por horas todos os dias, nunca é a mesma coisa. E dói na memória a alegria de tardes intermináveis (ou de dias inteiros, como diversas vezes aconteceu), dramas, preocupação, grama, sol, lua, luz, escuridão, insetos, cheiro de plástico daquele auditório, cartas apaixonadas e abraços sem fim e quase irracionais de tão pouco compreensíveis – quase ninguém entendia aquilo tudo, aquela intensidade com que se vivia. E, sendo irracional, torna-se rara essa intensidade – eis a questão.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E nessa raridade, segue-se com certa satisfação. Satisfação pelos incontáveis presentes oferecidos por esse intervalo (grande e pequeno, ao mesmo tempo), pelas histórias construíd&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TSOqAk7WnWI/AAAAAAAAATE/rB0cY7hkExs/s1600/SDC14300.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TSOqAk7WnWI/AAAAAAAAATE/rB0cY7hkExs/s400/SDC14300.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;as, pelos sentimentos transbordados. Satisfação pela dimensão imensa que os outros viajantes adquiriram, cada um com sua respectiva parte de raridade – afinal, jamais se achará novamente um sorriso de Jussandra, uma criatividade de Mari Reis, um carinho de Mari Santos, um irmão tão atentado quanto o Rodrigo, uma simpatia de Lívia, uma parceria tão grande quanto a do Ruggeri, uma tranqüilidade de Ludmilla, uma alegria de Carliana ou mesmo uma cativante e querida Manoela. E esses (e alguns outros intima e implicitamente citados) são os meus tesouros mais secretos, as mais diversas partes deste pequeno coração que insiste em falar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não existe de fato o entendimento acerca da motivação de todos esses laços, de todas essas alianças formadas ou mesmo de toda essa simbologia que chega esse mês. Existe só sentimento. E isso exige mais, como costumo dizer. E talvez por isso seja bom, pela dificuldade que o sentir exprime em sua existência. Se houve esforço, afinal, é mais fácil continuar, porque existe a certeza de uma espécie de infinito. E é esse tempo que ajusta o nosso equilíbrio – afasta a melancolia, expulsa a solidão e abriga a saudade. Porque saudade é uma dorzinha boa, no final das contas. Acho que é isso que Janeiro tenta me dizer todos os anos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-1324033791091328468?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/1324033791091328468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/01/finalmente-chegou-janeiro.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1324033791091328468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1324033791091328468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2011/01/finalmente-chegou-janeiro.html' title='Janeiro'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TSOoOK5t7xI/AAAAAAAAATA/iQlEwPIaJYw/s72-c/SDC15711.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-9161446486062096158</id><published>2010-12-18T20:53:00.003-03:00</published><updated>2011-10-20T17:39:43.685-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transforma.'/><title type='text'>Chuva.</title><content type='html'>&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQ1I88Bm8sI/AAAAAAAAAS4/wOdiMGqB1K4/s1600/SDC15971.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQ1I88Bm8sI/AAAAAAAAAS4/wOdiMGqB1K4/s400/SDC15971.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eis o som da minha chuva. Estou sorrindo, chorando, sem expressão alguma, quem sabe. Cada gota que cai do céu reverbera a minha solidão. Sei que essa é a minha sina, a de qualquer homem afinal. E digo isso não por crer em destino, mas pelo fato de este ser o final de todas essas histórias. Histórias, tantas histórias. Mas o que falta é muito mais do que vem nos sonhos. O que falta eu sequer sei o que é. Mas o que se constrói é essa ausência, essa perdição, esse escuro. O que se sabe é pouco, aliás. Isso porque o outro lado é, muito provavelmente, mais difícil – inclusive para mim. Só que o o pouco que eu sei parece ser um tanto maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O resultado disso é uma inundação de ira. Ira porque é inevitável essa imensa falta que toma conta de mim. Ira por ser complicado aceitar o que aparece em um ou mil cenários das clássicas, e nada originais, tramas. O que cai é simples máscara ou mesmo maquiagem. O que sobra é exclusão ou falso altruísmo. Ira pelas pessoas também. Tão hipócritas, tão egoístas, tão cheias de certeza... Irritantes mesmo são os seus insolentes julgamentos. Mas são felizes e isso quase sempre é o que importa. Quando não, corre-se atrás de dinheiro ou de uma paixão proibida. Porque paixão não é, e nunca foi, sinônimo de felicidade. Paixão é quando se precisa de algo bom ou ruim, e, quando saciada, a vontade conduz a outra falta. Ou ao amor, que poucas vezes é a tal felicidade. Porque amor é tantas vezes mais necessidade do que admiração, mais carne do que alma, mais cérebro do que coração. Além de ser uma palavra quase lugar-comum para um sentimento de tão rara dimensão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aqui agora está repleto de formigas. A sua organização reflete a minha desordem, o meu descompasso. Vontade de falar (mesmo que não exista um ouvinte fiel e disponível), de ficar, de silenciar, de fugir. E nessa ciranda de sensações só me resta lembrança. E tristeza. Tudo disfarçado em questionamentos, em incertezas. Às vezes eu me pergunto qual é a razão deles – uma só me daria até um conforto. Se eu preciso ficar de cabeça baixa, fingindo ser mudo ou cego, ou ficar longe de todas as coisas. E cada silêncio me transforma numa projeção menor do que minha habitual exigüidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje, dois dias após o último parágrafo, está chovendo de verdade – fora de mim. Gosto da chuva. Gosto de vê-la e de senti-la perto das plantas, perto da terra, porque parece que só aí é que seu cheiro natural é revelado. E esse é o nosso segredo: só somos revelados quando com aquelas pessoas e naqueles lugares. O difícil é descobrir qual de nossas partes necessita ser guardada e só depois ser secretamente revelada – essa é a nossa busca constante. Essa descarga do céu, essa lavagem, também é minha. O cheiro, o frio, a paisagem encharcada, o cinza – é tudo parte do nosso ritual. Vão embora toda essa mágoa, essa tristeza, essa impotência. O que fica é o pacto: recomeçar. E recomeçar não significa esquecer o passado que nos construiu, mas uma chance de mudar algo no curso dos nossos pensamentos, incertezas ou ações. É continuar sustentando o que ao mesmo tempo nos mantém, refazer laços, criar novas vidas, personalidades (o que exige sensatez, é claro), estilos. É se encontrar e se moldar, enfim. E se encontrar é mandar a solidão para uma espécie de recesso (ela volta, sempre volta). Por enquanto, faço da chuva minha companheira e amiga. Fiel amiga.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none; text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-9161446486062096158?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/9161446486062096158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/ac-dc-antes-da-chuva-depois-da-chuva.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/9161446486062096158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/9161446486062096158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/ac-dc-antes-da-chuva-depois-da-chuva.html' title='Chuva.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQ1I88Bm8sI/AAAAAAAAAS4/wOdiMGqB1K4/s72-c/SDC15971.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-7373839852986134195</id><published>2010-12-13T21:09:00.002-03:00</published><updated>2011-10-20T17:41:07.468-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil é admitir que se odeia&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Difícil é admitir que se ama&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Difícil é admitir que não se odeia porque se ama&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ou quem se ama...﻿&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Nilson C. / &lt;a href="http://serelepeando.blogspot.com/"&gt;Mariana de Castro﻿&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-7373839852986134195?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/7373839852986134195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/dificil-e-admitir-que-se-odeia-dificil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7373839852986134195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7373839852986134195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/dificil-e-admitir-que-se-odeia-dificil.html' title=''/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-1555004824950884239</id><published>2010-12-12T22:29:00.001-03:00</published><updated>2011-10-20T17:40:55.337-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Amanhã.</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQV21G--hSI/AAAAAAAAARU/UgnJEh0A5dI/s1600/SDC16644.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQV21G--hSI/AAAAAAAAARU/UgnJEh0A5dI/s400/SDC16644.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse quarto escuro parece deixar as dúvidas com uma dimensão maior. Se não, mais densa. São questionamentos tão grandes, tão sem forma, que chego a repensar a interrogação que os finda. Não se sabe o que é certeza, o que é ser fixo ou constante. Só se consegue ser, ativo ou latente, só ser. Por um lado, essa existência é boa, pois é o sinal de que alguma coisa aqui continua viva. Ou pronta para viver – o que é raro. Isso porque nunca se sabe quando está pronto ou não – até respirar exige esse tipo de suspeita. E, nessa incerteza, segue-se o instinto, sem cálculo, sem análise, sem o mínimo preparo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas se o próprio animal mais profundo é incerto, o que será do futuro? Carpe diem é uma máxima que já entrou em desuso, afinal. Até porque esse mesmo presente nada mais é que um planejamento de histórias que hão de ser contadas, de lembranças propositadamente guardadas num bestiário de poucas ou muitas futilidades. Futilidades tão imediatas quanto “sentimentos” erroneamente provocados nesses instantâneos. O que sobra é esse quase vácuo sem rumo, cego e quase louco. Uma ausência dolorosamente sentida, uma solidão aos poucos despida. A fragilidade exposta, como um cartão de visitas. Ou um inevitável destino.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Surge agora um aperto. Depois, um choro. Mais adiante, um sufoco. No fim, um desespero. A consciência da falta de algo concreto capaz de sustentar a minha leveza. Será essa inconstância tão incerta quanto as outras variáveis que me compõem? Todos esses planos, toda essa pirraça, todo o meu tempo... isso tudo é fruto de um iniciante. Fico pensando se mais tarde eu ainda serei todas essas dúvidas, essa busca por mim, por um objetivo. Observo o breu e concluo que este é o cenário do meu quadro. É tempo de reconstruir, colocar em ordem. Vagarosamente, eu tento levantar. No final, escuto um ruído, algo como uma esperança – alguém bate à porta. O desconhecido gira a chave e se prepara para adentrar o recinto. Nasce uma luz. Aperto os olhos, mas essa luminosidade me cega. E tudo o que eu vejo é a aparente silhueta do que poderei, a posteriori, chamar de amanhã.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-1555004824950884239?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/1555004824950884239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/amanha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1555004824950884239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1555004824950884239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/amanha.html' title='Amanhã.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQV21G--hSI/AAAAAAAAARU/UgnJEh0A5dI/s72-c/SDC16644.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-7709166339888399252</id><published>2010-12-10T10:02:00.002-03:00</published><updated>2010-12-10T10:04:12.915-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transforma.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQIkV_zjWtI/AAAAAAAAARQ/5wiCQTaE3Cs/s1600/DSC02018.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="424" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQIkV_zjWtI/AAAAAAAAARQ/5wiCQTaE3Cs/s640/DSC02018.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Bad boys running wild!﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-7709166339888399252?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/7709166339888399252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/bad-boys-running-wild.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7709166339888399252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7709166339888399252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/bad-boys-running-wild.html' title=''/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQIkV_zjWtI/AAAAAAAAARQ/5wiCQTaE3Cs/s72-c/DSC02018.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5863606191239731014</id><published>2010-12-10T09:53:00.000-03:00</published><updated>2010-12-10T09:53:52.628-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transforma.'/><title type='text'>Dies Irae - Clarice Lispector</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQIidMGr7PI/AAAAAAAAARM/C1OLr6nf-gs/s1600/claricelispector_cronicasparajovens_revista0.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQIidMGr7PI/AAAAAAAAARM/C1OLr6nf-gs/s400/claricelispector_cronicasparajovens_revista0.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece. E nem ao menos posso fazer o que uma menina semiparalítica fez em vingança: Quebrar um jarro. Não sou semiparalítica. Embora alguma coisa em mim diga que somos todos semiparalíticos. E morre-se, sem ao menos uma explicação e o pior – Vive-se, sem ao menos uma explicação. E ter empregadas, chamemo-las de uma vez de criadas, é uma ofensa à humanidade. E ter a obrigação de ser o que se chama de apresentável me irrita. Por que não posso andar em trapos, como homens que às vezes vejo na rua com barba até o peito e uma bíblia na mão, esses deuses que fizeram da loucura um meio de entender? E por que, só porque eu escrevi, pensam que tenho que continuar a escrever? Avisei a meus filhos que amanheci em cólera, e que eles não ligassem. Mas eu quero ligar. Quereria fazer alguma coisa definitiva que rebentasse com o tendão tenso que sustenta meu coração&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E os que desistem? Conheço uma mulher que desistiu. E vive razoavelmente bem: O sistema que arranjou para viver é ocupar-se. Nenhuma ocupação lhe agrada. Nada do que eu já fiz me agrada. E o que eu fiz com amor estraçalhou-se. Nem amar eu sabia, nem amar eu sabia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5863606191239731014?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5863606191239731014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/dies-irae-clarice-lispector.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5863606191239731014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5863606191239731014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/12/dies-irae-clarice-lispector.html' title='Dies Irae - Clarice Lispector'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TQIidMGr7PI/AAAAAAAAARM/C1OLr6nf-gs/s72-c/claricelispector_cronicasparajovens_revista0.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-7905740640856452725</id><published>2010-10-29T22:17:00.001-03:00</published><updated>2010-12-10T09:54:00.143-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>II</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TMtx-0AJ47I/AAAAAAAAARI/f7-SrY3l-ys/s1600/SDC11977.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" nx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TMtx-0AJ47I/AAAAAAAAARI/f7-SrY3l-ys/s400/SDC11977.JPG" width="371" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lá fora parece tudo tão tranqüilo. Tranqüilo, que bobagem. Introspectivamente, bem verdade, as ações são bem mais rápidas, ágeis, aceleradas. É que, externamente, as emoções te tomam um tempo danado – rir e chorar não são um instantâneo, uma imediata pulsação, e requerem fatores que vão além da própria vontade. Ou exigem a concretização dessas abstratas vontades. Vontade de quê? Eu poderia fugir. Eles poderiam gritar, quebrar, xingar... Ou fugir também. Mas eu fugiria porque odeio o tédio. Eles fugiriam porque odeiam o medo. Medo de quê? Vai saber. Passam a maior parte do tempo deduzindo fórmulas para encontrar dinheiro e buscando os melhores artifícios para exteriorizar insatisfações. Sim, eles reclamam. E muito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas não serei hipócrita – reclamo demais. Demais, demais. Eu não consigo entender como, apesar de toda a aridez dos difíceis dias, o nosso bem-estar está constantemente ligado a outrem. Mentira, eu entendo sim. E é por entender que acabo martirizando esse louco altruísmo que me consome. Consome tempo, consome forças, consome felicidade. E laços de desgastam, cores se desbotam, distâncias se atraem. Aos poucos, então, passa-se a ficar com o coração calejado de dores que nem deveriam existir, sofrido de temores criados pelo próprio inconsciente. E vai-se perdendo, morrendo, transcendendo. Na mesma viagem, esvaem-se os demônios que te amarram e o fundamento dessas pequenas criações se destrói. Subitamente, corrompe.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já absorto nessa essência, tento ser austero diante da minha própria atitude – será que você poderia reagir? Frustradamente, perco-me e retorno à complacência – coitado, ele nem consegue se entender... Daria um prêmio a quem conseguisse compreender mais a si próprio do que ao outro. Isso porque é muito mais fácil analisar qualquer um de fora mesmo do que delirar nos confins do próprio pensamento. Na verdade, é preciso sentir – e isso exige muito mais. Um extra que quase ninguém está disposto a correr atrás pelo pavor dos sacrifícios. Sacrifícios não do cultuado corpo, mas da alma. Pesada alma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-7905740640856452725?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/7905740640856452725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/10/la-fora-parece-tudo-tao-tranquilo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7905740640856452725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7905740640856452725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/10/la-fora-parece-tudo-tao-tranquilo.html' title='II'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TMtx-0AJ47I/AAAAAAAAARI/f7-SrY3l-ys/s72-c/SDC11977.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5150166117652072579</id><published>2010-10-29T22:10:00.003-03:00</published><updated>2010-12-10T09:54:07.467-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Sonho ônus.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;Sono,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Ônus&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;De um sonho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; [mal sonhado...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Nilson C.﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5150166117652072579?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5150166117652072579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/10/sono-onus-de-um-sonho-mal-sonhado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5150166117652072579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5150166117652072579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/10/sono-onus-de-um-sonho-mal-sonhado.html' title='Sonho ônus.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-917088595740832601</id><published>2010-10-29T22:08:00.000-03:00</published><updated>2010-12-10T09:54:07.468-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Quem sou eu?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TMtvhpuNN4I/AAAAAAAAARE/DUzKUN-veWw/s1600/SDC16452.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TMtvhpuNN4I/AAAAAAAAARE/DUzKUN-veWw/s400/SDC16452.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diante dos infortúnios da vida, há o momento em que o vento traz a pergunta à tona. Em algumas feições ultrapassadas e objetivos fracassados, reverbera o que chamo de “coisificação” do que me compõe – o que sou eu? Isso representa muito mais do que uma possível crise de identidade – seria uma transposição de tudo o que digo ou faço com esse arbítrio não livre que é o mar de pensamentos que me norteiam. A grande questão passa a ser: por que eu sou? Ou então, por quem eu sou? Mais do que devaneios filosóficos, tais questionamentos encerram, na mais plena síntese, as dúvidas presentes em cada linha dessa escrita, em cada palavra dita, em cada poema lido, em cada pensamento inconvenientemente não explanado. O que me conforta um pouco é que ninguém é verdadeiramente o que é – quero dizer, o mundo não o deixa ser você mesmo. Só que isso atinge diferentes escalas, do mais fútil ao mais profundo. Do mais agudo ao mais grave.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Posto isso, é plausível que eu recue um pouco esses tempos. Só para eu tentar me refazer, ver algumas nuvens, sei lá. Isso porque sempre há aquelas formas que te dão um novo vigor, uma nova sensação. Formas que se transmutam e tomam uma dimensão maior do que a nossa própria. Dá até uma esperança de tentar ser feliz, de fazer novas descobertas e contatos e bobagens. Um súbito fôlego de quem acabou de renascer e só está com uma imensa, porém simples &amp;amp; sorrateira, vontade de ser.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-917088595740832601?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/917088595740832601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/10/quem-sou-eu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/917088595740832601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/917088595740832601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/10/quem-sou-eu.html' title='Quem sou eu?'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TMtvhpuNN4I/AAAAAAAAARE/DUzKUN-veWw/s72-c/SDC16452.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-1533408021297907010</id><published>2010-09-05T21:07:00.001-03:00</published><updated>2010-09-05T21:09:17.737-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>I</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TIQwiUnuJtI/AAAAAAAAAQ4/ZbtveZJHfr4/s1600/SDC15140.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TIQwiUnuJtI/AAAAAAAAAQ4/ZbtveZJHfr4/s400/SDC15140.JPG" width="321" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Manhã. Acordar. O sono incômodo de todo começo do dia. Penso no que fazer, com quem falar, na responsabilidade universal. É irritante a minha inquietude, mas não existe outro algo que domine esse período – tamanha é, que chega a doer. Concluo que preciso de abraços, sorrisos, apoio; causa: solidão – esse vácuo aqui dentro que não se contém, mas não consegue gritar, aquele vazio iluminado pelo breu. No entanto, até que não é tão ruim a individualidade (eufemismo) - parece que você fica mais leve, mais raso... sim, mais superficial! Canto uma música aqui e acolá, soltando e esbravejando toda a ferida que a carne é incapaz de regenerar. Deito novamente, só por trinta minutos; tento achar um sentido, mas não encontro algum; procuro por um norte, mas não tenho sequer uma bússola. Vou tomar banho, mergulhado entre as líricas canções e os metálicos solos. Espero para sair de casa. Enquanto isso, a instabilidade fica cada vez maior, mais azeda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tarde. Silêncio. Eu gosto desse silêncio das pessoas pensando. Parece que o ar fica mais denso. O problema é que ninguém pensa, geralmente. Todo mundo só fala e não pára a fim de ouvir. Isso é bom, às vezes, porque ficar absorto em reflexão deixa a respiração mais rápida &amp;amp; cansada. Demais. Tento ver o céu, mas os olhos não deixam, demoram a se acostumar. Sinto a curva do mundo sob mim e procuro por orelhas na grama. Nenhuma. Nem pequena, nem grande – nem orelhinha, nem orelhão. Agora eu consigo ver as nuvens. Mas demorou. Só aí percebi quanto tempo eu não brincava de ver as formas que assumem. Será que está tudo tão escuro assim por aqui? Chamo alguém; seu nome é saudade. Eu nunca entendo o porquê se ela nunca me abandonar, eu já fiz tanto mal... muito mal. Recito Hamlet, meus versos favoritos ultimamente. Conto a ela uma história antiga. Saímos. Assisto à reclamação de um professor e outro. Enfim todo mundo finalmente ouve alguma coisa. Mas logo a bagunça volta. Uns seguindo ideologias alheias, mesmo que lhes prejudique e nada acrescente. Volto para casa. Seco, num espiral de imprecisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Noite. Observo as luzes da avenida. Elas trazem lembranças de um CD e umas cartas. É sexta-feira, então escuto hard rock no último volume. Negligencio algum chamado, finjo que não ouço. Não dá para brincar de nuvens, só de contar estrelas. O ruim é que eu tenho medo de ficar só o resto da vida e não poder compartilhar o céu com aquela pessoa (ou mesmo aquelas, o que demonstra uma imensa pretensão). Apesar da reclusão eventual, eu gosto delas, mas não sei se têm consciência disso. Esse receio é fruto de um fim que, sorrateiramente, aproxima-se – talvez eu não veja mais alguns, então criamos uma espécie de adeus. Eu queria dizer-lhes o quanto são importantes. Mas falta coragem. Até para ela, que parece tão compreensiva. Eu sei que vou dizer, de alguma forma, em algum momento, para cada um. Não exatamente agora, porque isso precisa de tempo e de certo tempero. Enquanto isso, deixe-me ir, preciso andar, vou por aí me encontrar. Hora de dormir. Toda madrugada me deixa sem sono. Então vem aquela sensação de queda, com uma psicológica progressão-regressão do coração. Sorri, porém inundado pelo pranto. Chorei, mas foi de amor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-1533408021297907010?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/1533408021297907010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/09/i.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1533408021297907010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1533408021297907010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/09/i.html' title='I'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TIQwiUnuJtI/AAAAAAAAAQ4/ZbtveZJHfr4/s72-c/SDC15140.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-4652903074319011793</id><published>2010-07-27T11:52:00.000-03:00</published><updated>2011-10-20T17:41:32.256-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Fênix.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TE7yktAVwSI/AAAAAAAAAQo/qhUovMmKFFI/s1600/SDC16185(2).JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" hw="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TE7yktAVwSI/AAAAAAAAAQo/qhUovMmKFFI/s400/SDC16185(2).JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de um tempo, ficou meio difícil crer novamente em mim. Sempre cheio de certezas, quase um mártir delas, tornou-se ainda mais complicado deixar a porta aberta. A verdade é que o inferno dos outros tem consumido demais as minhas entranhas e essa situação tem refletido demasiadamente em minhas escolhas e permissões – o que significa, certeiramente, que estou restringindo bastante o tempo que, sim, tenho e não me dou conta. Talvez essa ausência de metafísica esteja torturando demais a minha mente...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Certamente, essa fase é de um heterônimo que não deixa de raciocinar demais em busca de resultados imediatos. O que ele não sabe é que a instantaneidade das coisas é extremamente tediosa – qual a graça em conquistar aquele objetivo sem um pouco de suor da batalha? O fato é que é chato tentar [re]começar depois de tanto fracasso... E ainda tem o medo, esse medo que corrói demais a vontade de continuar a edificar o castelo. Decerto, meu ser só anda cansado demais dessa sina que aparenta ser eterna.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No entanto, aos poucos, vai-se desvelando uma possível virtuosidade do tempo: tê-lo para sempre ou não tê-lo o bastante. O que as pessoas não prestam atenção é que existe um pouco dos dois: sob diferentes formas, sempre se “tem” um pouco do outro em si – não um “ter” possessivo, mas um “ter” de certa parte que doamos ao cativar um coração – e, nesse âmbito, temos uma eternidade para juntar algumas peças e construir uma porção da vida em conjunto; a outra parte está nos limites que nos são impostos e que, inegavelmente, conduzem alguns trechos do percurso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É nesse sentido que o inferno ainda são os “outros”, e não só os outros propriamente, mas também os "outros" que a gente carrega dentro de si mesmo – quem é igual sempre e para sempre? -, aqueles que confundem e causam dúvidas sobre quem somos de verdade. Fernando Pessoa diria que, sobre essas coisas, não há mistério algum e que, metafisicamente, a solução seria pensar em nada (que diabos é o nada?); no entanto, tudo indica que eu deveria ir um pouco além e passar a [re]considerar algumas ovelhas desse rebanho. Será, meu Deus, a paixão pondo fim nesta solidão?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-4652903074319011793?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/4652903074319011793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/07/fenix_27.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4652903074319011793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4652903074319011793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/07/fenix_27.html' title='Fênix.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TE7yktAVwSI/AAAAAAAAAQo/qhUovMmKFFI/s72-c/SDC16185(2).JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-6838216145384272352</id><published>2010-07-27T11:48:00.001-03:00</published><updated>2010-07-27T11:49:04.872-03:00</updated><title type='text'>Pré-partida.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TE7xp3ioEzI/AAAAAAAAAQg/Ox-3gqqz6wM/s1600/SDC13772.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" hw="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TE7xp3ioEzI/AAAAAAAAAQg/Ox-3gqqz6wM/s400/SDC13772.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Eu preciso dizer uma coisa. Não é bem uma coisa, é sobre algo. Sei que agora é tarde demais, que não tem mais jeito, que qualquer segredo desesperado não vai fazer com que eu volte. É só que se eu não disser agora, poderia ficar sem dizer eternamente, já que eu não sei se ainda te verei, se o inverno vai acabar, se o verão vai voltar. Claro, é uma questão de prevenção, até porque ainda quero te encontrar em qualquer uma dessas esquinas – sem fugir do medo que faço de oração*.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não, eu não quero ir. Não é por ti, é por minha família e tu sabes - o que não significa que aceito ou concordo. No entanto, os moinhos de vento sopram nossos destinos, que parecem não seguir a mesma trilha. Perdão por essa partida, mas realmente não há volta – dificilmente míseros cinco minutos fariam o milagre de salvar esse futuro; e ainda tem a coisa que eu tenho que dizer. Ah, meu Deus, tem que dar tempo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sim, eu irei escrever e telefonar, mas não vai ser a mesma coisa – tenho que ver os teus olhos! E espero que compreendas a minha timidez, os meus anseios e um excessivo nervosismo que impediram que soubesses de tudo antes. Sei que isso me deixa encarcerado, já me disseste, mas é inevitável. É algo que vai além de mim, só não ultrapassa a força do que eu preciso agora falar. Sério, perdoa essa minha mente confusa e pouco decidida. Espera, tenho que entrar no trem, mas apareço na janela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Olha, eu ensaiei mil vezes para te dizer isso. É proibido eu sentir tudo que eu tenho sentido ultimamente, porque essa distância vai estragar as coisas; mas é que tem se apoderado de mim, do meu ser, dos meus pensamentos. Promete que não vai se prender ou se perder por conta disso, segue teu caminho, que eu não vou mais estar aqui – esteja bem, apenas quero tua felicidade. Antes de ir, só quero dizer, no final das contas, que eu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-6838216145384272352?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/6838216145384272352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/07/eu-preciso-dizer-uma-coisa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6838216145384272352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6838216145384272352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/07/eu-preciso-dizer-uma-coisa.html' title='Pré-partida.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TE7xp3ioEzI/AAAAAAAAAQg/Ox-3gqqz6wM/s72-c/SDC13772.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8375872535570367129</id><published>2010-05-24T11:21:00.003-03:00</published><updated>2010-07-27T11:43:14.579-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Ontem.</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S_qLTWXfN9I/AAAAAAAAAPY/A-MMlT37Jss/s1600/SDC15275.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S_qLTWXfN9I/AAAAAAAAAPY/A-MMlT37Jss/s400/SDC15275.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já faz muito tempo. A saudade transborda incessantemente. O rosto a cada ano demarca-se mais e os cabelos caem ou tornam-se fios de prata. Revejo as fotografias que tanto nos fascinavam, redijo mil cartas ao teu endereço, mesmo sabendo que o verdadeiro destinatário não as lerá, escuto a nossa velha trilha sonora, abraço os lençóis que compartilhamos naquelas noites de contar estrelas, sinto seu aroma ainda presente em cada canto. E perco o sono, lembrando da tua voz, teu sorriso, tuas palavras; depois tento ocupar a mente para amenizar a pressa da tua volta. Decido ir te visitar, então, abandonar essa tristeza, quem sabe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O mesmo portão. Toco a campainha e, logo após, uma surpresa Lúcia vem atender – minhas chegadas inesperadas ainda a inquietavam. A moça faz uma pequena reverência, deixa-me entrar e pergunta se desejo algo. Respondo que só quero rever-te e peço para ir a teu jardim. Então, a garota sai e caminho rumo ao pequeno paraíso, perpassando pelas antigas galerias. As mesmas cores, os mesmo móveis, os mesmos quadros, os mesmos livros, a mesma tranqüilidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim o jardim, o doce lar dos pássaros, das águas calmas, das ornamentais orquídeas, tulipas, samambaias e das mais remotas lembranças. Sentada sobre as pedras, feito uma sereia reluzente, estava você, esperando ansiosamente por aquela visita. Num relapso tempo-espacial, abraçamos calorosamente um ao outro, os olhos contendo as lágrimas, o coração pulsando estrondosamente, as pernas tremendo e o corpo flutuando de emoção. Até que abro os olhos – já é noite. Não te vejo – só aquela pequena cascata rodeada de pedras continua intacta. Chamo Lúcia, digo que já vou. E volto para casa, com uma única certeza: hoje foi o meu melhor dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8375872535570367129?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8375872535570367129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/05/ja-faz-muito-tempo.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8375872535570367129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8375872535570367129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/05/ja-faz-muito-tempo.html' title='Ontem.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S_qLTWXfN9I/AAAAAAAAAPY/A-MMlT37Jss/s72-c/SDC15275.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8491330706010140070</id><published>2010-05-24T11:12:00.000-03:00</published><updated>2010-07-15T11:39:27.485-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Último Ato.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S_qJLtVj_XI/AAAAAAAAAPQ/MI9NQ8sQf1E/s1600/SDC15507.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S_qJLtVj_XI/AAAAAAAAAPQ/MI9NQ8sQf1E/s400/SDC15507.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ainda sentindo o frio da noite, eu permaneci ali, observando o seu fim. Eu sei a sua verdade, eu sei quem você é, e não, a sua mentira não me derrubou. Sem arrependimentos, fiz tudo o que eu podia, quase perdi minha vida. Mas essa obsessão pelo poder só me fez entender a lição: por mais que eu tente, por mais que eu corra, nunca serei por você reconhecido – pelo contrário, mesmo após lágrimas, gritos e desespero, tudo resulta nessa sua surdez figurada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A batalha final começara no início daquele mês. Eu ainda acreditava, aquela mentira ainda me fazia respirar, crer que a sua salvação – e a minha – estava perto. No entanto, era como se eu fosse só mais um fantoche seu, um mero objeto controlável que consumia apenas tempo e dinheiro. Pego de surpresa, obtive uma vitória ideológica, pois as perdas me foram maiores. Mas era aquela a hora de abandonar o posto de vítima.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alguns dias depois, já descrente e liberto de todo aquele teatro, preparei todos os meus escudos e selecionei minhas melhores espadas. Logo vieram ataques incessantes, futilidades diárias e quase rotineiras. Como sempre fora, o seu ego tomava proporções desesperadas, loucas e instantâneas enquanto seu dono tentava acobertá-la, omiti-la – segredo de liquidificador. Quando dei por mim, trancava a última porta de saída para sua vitória – e o mais impressionante é que só precisei dos escudos mesmo. Sim, eu descortinei aquele espetáculo, desmascarei aquela perfeição e destruí aquele “ícone”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há pouco, chovia e ele vinha em minha direção, só para um possível juízo final. “Eu sei a sua verdade, eu sei quem você é, e não, a sua mentira não me derrubou. Sem aquela máscara, quem é agora? Mártir de suas próprias patologias? Onde se esconde agora? Ou nem sabe quem é o seu ‘eu’? Aquele em quem eu acreditara você nunca foi e nunca será”. Como se um visgo-do-diabo entrelaçasse seu pescoço, aquele ser sem rosto agonizava, a verdade corroendo suas entranhas e a acidez do sofrimento destruindo seus últimos vestígios. Fora seu fim físico, mas aquela rubra alma ainda reverbera em minhas lembranças, em minha própria essência. Só que agora eu já não tenho a menor pressa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8491330706010140070?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8491330706010140070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/05/ultimo-ato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8491330706010140070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8491330706010140070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/05/ultimo-ato.html' title='Último Ato.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S_qJLtVj_XI/AAAAAAAAAPQ/MI9NQ8sQf1E/s72-c/SDC15507.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8394060952420409668</id><published>2010-04-28T09:59:00.004-03:00</published><updated>2010-07-15T11:39:37.499-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Ao fim.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TBeLCMwDStI/AAAAAAAAAPg/_3PcA95ScCo/s1600/SDC15866%282%29.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TBeLCMwDStI/AAAAAAAAAPg/_3PcA95ScCo/s400/SDC15866%282%29.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Para ler ao som de &lt;a href="http://www.4shared.com/audio/RHIlI21N/Scorpions_-_Life_is_Too_Short_.htm"&gt;&lt;i&gt;Life is too short&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Scorpions.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se bem vejo, porque a visão já não é mais o meu maior escudo, o dia agora começa o ritual de seu nascimento – pássaros voam e cantam em revoada, o céu é tomado pelos tons vermelhos e alaranjados e as nuvens passam a revelar sua imensidão branca. Levanto após a medieval batalha contra a preguiça e meu sono natural. Observo o quarto anil, as roupas bagunçadas ali no canto, dezenas de livros empilhados na estante, os discos recheados de blues, folk, indie e heavy metal jogados ao lado do aparelho de som. Caminho até a janela – daqui se vê o cinza da cidade, os primeiros sinais da enxurrada de carros e o reflexo dos prédios cada vez mais modernos e frios. Lá no fim, uma cor a mais – verde, meio amarelado, quase um dourado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sem ouvir as pitorescas aventuras egoístas e os martírios cada dia mais bobos e sem razão – julgo por vezes estar em uma realidade mitológica, quase épica, sem saber -, saio levando apenas o coração verde que sempre carregava. Incansavelmente, sigo o último fio de esperança que ainda me sustenta – ando, cambaleio, fraquejo, rastejo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enfim eu chego. Era exatamente como imaginei – cheiro de terra, calor aconchegante, o vento, a dança dos gnomos, o verde, o amarelo, o dourado. E luzes. Sim, as mais belas e vivas luzes. E o silêncio produzindo a mais linda música. E os sonhos transformados em nuvens. E os anjos todos ali, esperando aquele encontro. E eu corro, liberto-me, acredito, choro, amo, elevo-me, sinto, vivo, respiro, sangro, morro. Ao menos ainda sinto a felicidade percorrendo minhas veias – no mais lindo céu de estrelas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8394060952420409668?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8394060952420409668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/04/ao-fim.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8394060952420409668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8394060952420409668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/04/ao-fim.html' title='Ao fim.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/TBeLCMwDStI/AAAAAAAAAPg/_3PcA95ScCo/s72-c/SDC15866%282%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-34542720203708071</id><published>2010-04-14T22:09:00.000-03:00</published><updated>2010-07-15T11:39:47.350-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Adeus.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S8ZnDPbHFSI/AAAAAAAAAO0/R-yORxOMO_k/s1600/SDC11971%282%29.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S8ZnDPbHFSI/AAAAAAAAAO0/R-yORxOMO_k/s400/SDC11971%282%29.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desfigurado, o falso poderoso agora tenta desesperadamente obter a vitória: em seu ultraje de racionalismo, torna-se ainda mais incapaz de perceber a sua própria destruição. Na tentativa de matar o inimigo, planeja o mais errôneo dos planos e o põe em execução. Como minúsculo e fraco ser, quase caí na armadilha, mas resisti e não sucumbi. Azar o dele e (talvez) sorte minha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aqui da cápsula onde agora eu me protejo, tento desvendar o seu novo intuito e a sua mais recente estratégia. Enquanto faz casos e descasos, grita, berra e se queixa da própria sorte, cada vez mais tenho a certeza de que a sua máscara anda muito mal colocada e, pior, que está prestes a cair. Sim, ele está morrendo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Reflito muito sobre essa morte – seria um sinônimo de liberdade, talvez. Uma liberdade que eu daria tudo para possuir por, pelo menos, cinco segundos, quando eu finalmente poderia ser quem sou e optar pelo que eu considerasse melhor. Identidade e escolhas sempre criticadas demasiadamente, sempre censuradas incansavelmente, sempre frustradas traumaticamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se for seu fim, que seja definitivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Não. Eu não preciso que descontes a tua raiva sobre mim. Eu não preciso das tuas palavras que destilam veneno. Eu não preciso das tuas intrigas, da tua censura, da tua ausência, da tua falta de senso, da tua indisponibilidade, do teu coração frio, da tua mente fechada, dos teus insucessos, das tuas faltas, dos teus pecados, dos teus medos, das tuas frustrações, da tua sede por sangue, do teu parasitismo, da tua humilhação sobre os outros, do teu desejo de ser forte, das tuas incertezas, do teu poder falso, da tua insensibilidade, da tua raiva, do teu ódio, da tua mentira, da tua traição, da tua desconfiança, ou mesmo da tua ignorância. E, veja só, meu bem, eu já não mais procuro teu carinho. Não foi por crueldade minha, eu te garanto.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-34542720203708071?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/34542720203708071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/04/adeus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/34542720203708071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/34542720203708071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/04/adeus.html' title='Adeus.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S8ZnDPbHFSI/AAAAAAAAAO0/R-yORxOMO_k/s72-c/SDC11971%282%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8205113842014204680</id><published>2010-04-03T10:27:00.001-03:00</published><updated>2010-04-14T10:43:56.517-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Dezessete.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S7dCRj11ZSI/AAAAAAAAAOs/nPrXEwMTopA/s1600/SDC15489%283%29.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S7dCRj11ZSI/AAAAAAAAAOs/nPrXEwMTopA/s400/SDC15489%283%29.JPG" width="316" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto eu caminhava sob aquele arrebol, encontrei-me já no fim. Percebi que a minha outra face só aguardava a chegada para um último adeus. Toquei seu rosto, tentando pensar em alguma forma de reanimá-lo – mas não havia saída, já era o momento final. Fitei seus olhos fixamente e então sua voz sussurrara: “Eu tentei. Agora é sua vez, prossiga, tenha força, continue a jornada e conclua seu objetivo.” Findava aí mais um ciclo solar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Agora, reunindo energia para o recomeço, reflito sobre as várias faces que carregamos em nossa personalidade – cada dia traz consigo alguma aura que influencia na forma como nos comportamos. Por vezes, essa multipolaridade nos torna maleáveis demais em certas situações e conduz a alguns dos desastres diários que presenciamos em nossos relacionamentos. Talvez aí esteja o grande erro, nessa mutabilidade inconstante que afeta ações e reações e não permite a liberdade de resolver nossos problemas com dignidade e afeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mais tarde, andando sobre as pedras, reúno as mágoas em pequenos grãos de areia e jogo ao vento e no mar. Porque a única coisa que devemos guardar destes males são os ensinamentos e a experiência, que levam a um gigantesco passo na evolução espiritual – relembrar das faltas nossas e de quem nos rodeia só contribuem para a infelicidade mesmo. Eis um exercício de equilíbrio para quem precisa conter lembranças e emoções desnecessárias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos minutos finais deste entardecer, chegando ao ponto final da viagem, recolho as conchas incrustadas de boas lembranças, dos valores, das conquistas, dos grandes irmãos e dos objetivos a serem atingidos. Percebo que encontrei muito mais do que eu sonhei, algo que devo ter ignorado por tempo demais, mas que ainda tenho tempo para aproveitar enquanto ainda existe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A noite, como oceano que banha de sombras o mundo de sol, permite então que, apesar das amplitudes que alcanço a cada passo dado, a cada ciclo concluído, a irmã Felicidade ainda se manifeste das mais diversas formas, nos mais alternativos momentos. Que esta nova primavera seja efetivamente propícia ao mais lindo arco-íris que reata o hexagrama de cores no céu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8205113842014204680?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8205113842014204680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/04/dezessete.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8205113842014204680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8205113842014204680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/04/dezessete.html' title='Dezessete.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S7dCRj11ZSI/AAAAAAAAAOs/nPrXEwMTopA/s72-c/SDC15489%283%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-1334615254561519490</id><published>2010-03-23T22:57:00.001-03:00</published><updated>2010-04-14T10:44:10.376-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Arrebol.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S6lvt8PeR4I/AAAAAAAAANc/wneAWCUDfJY/s1600-h/SDC15528%282%29.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S6lvt8PeR4I/AAAAAAAAANc/wneAWCUDfJY/s400/SDC15528%282%29.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; -Mas veja, Senhor do tempo, se eu tivesse o seu poder, eu daria um fim nestes ciclos que tanto atormentam. Ferem, traem, mentem, iludem. E, quando percebe, o ápice já virara declínio, o amor tornara-se distância e a tranquilidade trasladara-se em caos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  -A vida, meu caro, é, em sua essência, uma grande mudança - este é, pois, o seu grande ensinamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-1334615254561519490?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/1334615254561519490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/arrebol.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1334615254561519490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1334615254561519490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/arrebol.html' title='Arrebol.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S6lvt8PeR4I/AAAAAAAAANc/wneAWCUDfJY/s72-c/SDC15528%282%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-2690124091728733801</id><published>2010-03-19T22:28:00.000-03:00</published><updated>2010-04-14T10:44:17.882-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Utópica eternidade.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S6QkhAEGtjI/AAAAAAAAANU/ufvpq5Tsd84/s1600-h/SDC15505.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S6QkhAEGtjI/AAAAAAAAANU/ufvpq5Tsd84/s400/SDC15505.JPG" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fim. Nem tudo é eterno, a não ser os vampiros. Espero que este não seja um fim de verdade, mas um recomeço - um novo ponto de partida. Não sobraram mágoas, nem raiva, nem ódio - só me vem uma pequena solidão novamente. Talvez seja melhor assim, há ainda muita responsabilidade por muito tempo. Mas pense bem: esta foi só uma folha seca que caira desta árvore. Muitas ainda estão verdes, e outras mais ainda estão nascendo. Ansiosamente, aguarda o reencontro com o futuro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-2690124091728733801?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/2690124091728733801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/utopica-eternidade.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/2690124091728733801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/2690124091728733801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/utopica-eternidade.html' title='Utópica eternidade.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S6QkhAEGtjI/AAAAAAAAANU/ufvpq5Tsd84/s72-c/SDC15505.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-3869801842862356016</id><published>2010-03-14T22:35:00.001-03:00</published><updated>2010-04-14T10:44:42.822-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Estação.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S52OmBAxaRI/AAAAAAAAANM/xQVynh_79bI/s1600-h/SDC12487.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S52OmBAxaRI/AAAAAAAAANM/xQVynh_79bI/s400/SDC12487.JPG" width="323" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Mas não está estranho mesmo esse alvorecer?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não, o alvorecer não mudou, a metamorfose ocorreu no modo como você o vê.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Curioso... mas será que foi só isso que mudou mesmo?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Pergunta logo para mim?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não sei, o céu está cor de pêssego, as nuvens flutuam num lindo tom de verde e uma luz cor de rosa transborda de todos os lugares. Será a irmã felicidade?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - É o amor, meu caro, é o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-3869801842862356016?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/3869801842862356016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/mas-nao-esta-estranho-mesmo-esse.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3869801842862356016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3869801842862356016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/mas-nao-esta-estranho-mesmo-esse.html' title='Estação.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S52OmBAxaRI/AAAAAAAAANM/xQVynh_79bI/s72-c/SDC12487.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-6934119560792480323</id><published>2010-03-14T21:57:00.003-03:00</published><updated>2010-04-14T10:44:42.823-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Verdade.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S52F15naNVI/AAAAAAAAANE/46j5cQyD3l4/s1600-h/SDC15469.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S52F15naNVI/AAAAAAAAANE/46j5cQyD3l4/s400/SDC15469.JPG" width="293" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amizade é isso. É saber que você tem companhia, que você tem sentimento, que você admira, que você sonha, que você chora, que você envelhece, e o mais importante, que você ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-6934119560792480323?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/6934119560792480323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/amizade-e-isso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6934119560792480323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6934119560792480323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/amizade-e-isso.html' title='Verdade.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S52F15naNVI/AAAAAAAAANE/46j5cQyD3l4/s72-c/SDC15469.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-6164668015325980708</id><published>2010-03-12T23:23:00.001-03:00</published><updated>2010-06-15T11:16:43.447-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Poderosos fracos.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S5r2o51BjmI/AAAAAAAAAM8/HM6LnBDhQSs/s1600-h/SDC14177.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S5r2o51BjmI/AAAAAAAAAM8/HM6LnBDhQSs/s400/SDC14177.JPG" width="343" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mais um período se completa no ciclo vital. E os falsos poderosos “atacam” novamente – voltam com os escudos que protegem seu verdadeiro rosto e com seu arsenal de lanças encharcadas de veneno –, a fim de tentar, rudimentarmente, destruir os falsos fracos. Coitados, agora já não percebem o quão inútil é essa guerra. Aqueles que antes eram facilmente derrotados tornaram-se mais precavidos e menos vulneráveis. E os “fortes”... bem, os fortes não são tão onipotentes de verdade. Paradoxal, mas passou a fazer todo o sentido depois dessa volta no zodíaco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como ser fraquinho, quase raquítico, sempre senti algo que eu não sabia exatamente o que era diante da perseguição promovida por aquele poderoso. Não era ódio, não era remorso, não era indiferença – era só uma espécie de preocupação. Ontem à noite descobri de onde vinha: de alguma forma eu entendia que aquela força era só fraqueza, que aquele muro era só fragilidade, que aquela fúria era só tristeza. Fraqueza pelo que não enfrentara, fragilidade pelos exageros do coração, tristeza por saber que era errado e pensar que ninguém dava importância, ou, quando dava, julgava impiedosamente. Para disfarçar, tentava matar (morte da alma mesmo), humilhar, pisar, quebrar. Mas esse ódio nada mais é que o motivo do teu suicídio diário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Daqui do alto eu o vejo, enquanto tento decifrar esse olhar disfarçado de censura. Meu erro é não ter tentado isso antes. Talvez tenha se tornado tão comum que deixei de procurar seu real significado. E com razão! Cansei de ironias, sarcasmo, risadas pelo sofrimento, brigas, ameaças, críticas (só críticas) e tudo o que um “poderoso” tenta fazer para manter seu medíocre percentual de falsos acertos. Ah, esses seres “fortes”... e traem, e mentem e ferem em nome de uma razão que não têm.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E se eu fosse o primeiro a desistir dessa pseudo-guerra? Quem então eu seria agora? Como eu me consideraria? Creio que essa possibilidade seja mais que remota, principalmente agora que eu estou um pouco mais convicto sobre certas idéias. Posso estar errado, mas meu objetivo é o mais nobre que posso imaginar. Talvez o poderoso esteja certo – o que lhe daria um pouco mais de arrogância -, mas se quem hoje sou é por opção minha, dispenso a tua previsão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-6164668015325980708?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/6164668015325980708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/poderosos-fracos.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6164668015325980708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6164668015325980708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/03/poderosos-fracos.html' title='Poderosos fracos.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S5r2o51BjmI/AAAAAAAAAM8/HM6LnBDhQSs/s72-c/SDC14177.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-705038334756157606</id><published>2010-02-17T14:31:00.000-03:00</published><updated>2010-04-14T10:45:11.600-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Quase-encantado.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3wkp0nsCzI/AAAAAAAAAMc/V9HWAtzP8Jw/s1600-h/SDC15214.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3wkp0nsCzI/AAAAAAAAAMc/V9HWAtzP8Jw/s320/SDC15214.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Levemente eu acordava de um dos mais prazerosos sonos. Então, ainda sentindo o cheiro de campo dos meus sonhos, andei até o encontro de um grande espelho. Fixei. Observei, mirei, fitei-me durante minutos ou talvez horas. Era uma visão desagradável, de olhos ainda cansados e de faceta comum e envelhecida. “Tantas desventuras este rosto percorrera?”, eu questionava.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mais tarde, a rotina me cansava e atordoava minha mente, saturada de devaneios e de tentativas frustradas de fincar-se em algo concreto. “Tudo o mesmo, nada novo; tudo igual; tudo péssimo; tudo só; nada certo, tudo errado”. E os ciclos secos tornavam-se intermináveis passeios em rodas gigantes enfeitadas com os frutos do vazio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Voltei para casa acompanhado da trilha sonora da chuva. Certamente não aproveitara o dia, não vivera experiências, não agira por mudança – o nada ainda me consumia. Corri ao espelho – ainda estavam lá o mesmo rosto, os mesmos olhos, o mesmo cansaço. Mas era tudo sempre assim mesmo, constante, linear, frio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Inconformado, tomei coragem e saí. Fui longe, até a planície do fim da cidade. Contemplava as estrelas, o luar prateado, a grama mais verde, a noite mais bonita, o rio infindável. Até que um abrupto clarão surpreendeu-me naquele raro momento de felicidade – um anjo de feições femininas, iluminado por uma forte luz branca, cuja cor era acentuada pelo contraste com o escuro universo, descia dos céus ao meu encontro. Era quem eu procurava, eu sabia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3wnu8EZC8I/AAAAAAAAAM0/gEeoH53rYiY/s1600-h/SDC14297%282%29.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3wnu8EZC8I/AAAAAAAAAM0/gEeoH53rYiY/s320/SDC14297%282%29.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Passamos, então, aquele momento juntos, admirando a noite, o céu, as estrelas, o luar e, horas depois, o nascer do sol. “Posso te levar comigo?”, perguntei enquanto fitava seus olhos verde-mar. “Estarei para sempre em seu coração.”, respondeu após encobrir-me com um carinhoso abraço e fazer-me flutuar com um caloroso beijo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ao chegar a meu lar, corri novamente ao grande espelho, mas não reencontrei o rosto de antes - o que visualizava agora era bonito, vívido, cheio de luz, com olhos que transmitiam felicidade e um rosto que transbordava jovialidade. Sim, era o amor. É o mais puro e verdadeiro amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;o:p _moz-userdefined=""&gt;Nilson C.&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-705038334756157606?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/705038334756157606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/02/quase-encantado.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/705038334756157606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/705038334756157606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/02/quase-encantado.html' title='Quase-encantado.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3wkp0nsCzI/AAAAAAAAAMc/V9HWAtzP8Jw/s72-c/SDC15214.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-3673074746834705120</id><published>2010-02-17T11:13:00.002-03:00</published><updated>2010-04-14T10:45:21.598-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3v4ZyXF_YI/AAAAAAAAAMU/3Vb2hhJXAaw/s1600-h/SDC15236.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3v4ZyXF_YI/AAAAAAAAAMU/3Vb2hhJXAaw/s400/SDC15236.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Ansiosamente, aguarda o reencontro com o futuro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-3673074746834705120?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/3673074746834705120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/02/ansiosamente-aguarda-o-reencontro-com-o.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3673074746834705120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3673074746834705120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/02/ansiosamente-aguarda-o-reencontro-com-o.html' title=''/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S3v4ZyXF_YI/AAAAAAAAAMU/3Vb2hhJXAaw/s72-c/SDC15236.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-7638759522607016568</id><published>2010-01-08T18:37:00.003-03:00</published><updated>2010-01-10T22:08:46.660-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Imortal Luar.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S0ekz8209tI/AAAAAAAAAMM/RaoRQzud2w0/s1600-h/SDC14549.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S0ekz8209tI/AAAAAAAAAMM/RaoRQzud2w0/s320/SDC14549.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu conseguia vê-la de perto. Tão perto que era como se fôssemos um só. Tão perto que era capaz de sentir sua respiração; tão perto que chegava a confundir o que era meu e o que era seu. Mas, naquele momento, talvez só naquele momento, éramos um só, coração uno e ao mesmo tempo bífido, alma singular e fundida. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um alguém-ninguém me perguntava sobre sua aparência. Porém, eu simplesmente não sabia, estava absorto naquele mar de êxtase e enlevo. Tudo o que vinha à mente eram sensações, completude, nostalgia. Abstrair-me a outras coisas, no momento presente, não era uma opção a mim oferecida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas justamente no clímax daquela viagem, quando todos os sentidos estavam aguçados ao extremo, tudo se esvaiu: ela havia ido. O alguém-ninguém me questionava: para onde? “Para o infinito, para o infinito”, eu repetia. Mas sobre o infinito, caro amigo, sequer sabemos se existe ou não. Porque era exatamente isso que eu sabia: nada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há quem diga, no entanto, que “nada” é só uma palavra esperando tradução. E o dicionário, quando precisamos dele, onde está? “Está na vida”, a consciência responde. Doce consciência, a vida não me ensinou o bastante ainda. Não sei o rumo para o qual seguir. Mas partirei. Irei além desses limites brancos que me prendem e cercam, buscar o que perdi, procurar o que havia desparecido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas, diga-me, alguém-ninguém, o que seria da existência se não houvesse um objetivo, uma missão? Nada de medos, angústias ou frustrações, isso tudo é efêmero. Mas aquilo que estou atrás não é efêmero. Não mesmo... Mentira, não tenho certezas. Mas, sendo eterna ou não, lutarei para que o seja.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E após o mais lindo pôr-do-sol, após os primeiros feixes da noite, eu a encontrarei, a Lua da Felicidade. Quando vir o dia, sua luz poderá ir-se, mas aqui estarei, esperando ansiosamente pela noite, quando estivermos juntos e iluminados pelo luar que juntos construímos não só para o nosso deleite, mas para o de todos que um dia souberam amar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Thaís Lima, amiga, irmã e companheira de todas as viagens da tecelã vida. Jamais será esquecida, seja em São Luís, seja em João Pessoa, ou em qualquer lugar que estejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nilson C.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-7638759522607016568?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/7638759522607016568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/01/imortal-luar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7638759522607016568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7638759522607016568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2010/01/imortal-luar.html' title='Imortal Luar.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/S0ekz8209tI/AAAAAAAAAMM/RaoRQzud2w0/s72-c/SDC14549.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-6511869187689602367</id><published>2009-12-18T19:10:00.000-03:00</published><updated>2010-01-08T18:40:30.704-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Como pai e filho.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Syv8qfZgmpI/AAAAAAAAAL8/MVg-fwOcabI/s1600-h/SDC14472%283%29.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Syv8qfZgmpI/AAAAAAAAAL8/MVg-fwOcabI/s320/SDC14472%283%29.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É indescritível a raiva que se forma a partir de certos “desleixos” alheios. Exemplo (até clássico): o filho abre o portão da casa para que seu pai entre. No entanto, o garoto não consegue fechá-lo, pois o maldito está “emperrado”. O pai, por sua vez, vê a situação e nada faz. “Ah, meu filho pode fazer isso por mim”. E o menino se empenha de todas as formas para consertar o tal portão. No dia seguinte, o mesmo pai pede ao garoto que vá ao banco pagar as contas. Na semana posterior, decide mandar o menino lavar o carro e ir ao supermercado. Após alguns anos, continua a mesma relação, e o rapaz dirige para o pai, leva sua comida na cama, vai à reunião escolar dos irmãos mais novos e ainda tem que cuidar do resto da família! Enquanto isso, o “chefe da casa”, agora aposentado, só fica deitado, vendo TV o dia todo, mandando, mandando e mandando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Syv9WmGz5SI/AAAAAAAAAME/wAWijQJv--Q/s1600-h/SDC14476.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Syv9WmGz5SI/AAAAAAAAAME/wAWijQJv--Q/s320/SDC14476.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não estou querendo dizer, com isso, que todos os filhos devem terminar de ler isto e sair revoltados contra os pais. O que deve ser associado é que essa é a mesma relação que grande parte das pessoas possui com a natureza. Sim, a natureza!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não é preciso procurar avidamente para encontrarmos poluição, áreas desmatadas, esgotos poluindo os mares, enormes descargas de gases poluentes na atmosfera, enfim, tudo o que prejudica o ambiente. Bem como o pai da história, inúmeras criaturas &lt;u&gt;aparentemente&lt;/u&gt; racionais viram as costas e dizem: “Ah, há muita gente que já cuida disso...”. Doce ilusão, amarga ignorância.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No final das contas, os poucos “filhos” que ainda tentam ser úteis têm que se sacrificar para manter algo no seu devido lugar. Deprimidos? Jamais! Desistir não é uma opção, nesse caso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É nessas horas que faz falta um espelho que fosse capaz de mostrar todo esse egocentrismo e desleixo humanos. Ou então um retrato como o de Dorian Gray, que revelasse o quão feia é a alma daqueles que fingem ter falta de senso! Enquanto esses objetos mágicos não surgem, vou aproveitar o céu ainda azul, estas nuvens ainda brancas, estas plantas ainda verdes e este ar ainda transparente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;Nilson C.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-6511869187689602367?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/6511869187689602367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/12/como-pai-e-filho.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6511869187689602367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6511869187689602367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/12/como-pai-e-filho.html' title='Como pai e filho.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Syv8qfZgmpI/AAAAAAAAAL8/MVg-fwOcabI/s72-c/SDC14472%283%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-4576161359991139539</id><published>2009-12-01T12:02:00.002-03:00</published><updated>2009-12-04T16:52:11.017-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Limite Branco II</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxUuUmrst2I/AAAAAAAAALM/6feBzqRtYrs/s1600/SDC11717.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxUuUmrst2I/AAAAAAAAALM/6feBzqRtYrs/s320/SDC11717.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div _moz-userdefined=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O quê é um “limite branco”? É, talvez, o que há de mais presente na vida e pensamento humanos. A própria “vida”, ou a “morte”; o “sempre” e o “nunca”; a “realidade” e o “sonho”...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Limite branco é quando há algo que não se pode explicar, como uma passagem que transcende aquilo que é concreto, palpável, para tornar-se uma dúvida, incerteza ou mesmo um objetivo, um próximo passo. Diferente do que aparenta, não é sempre sinônimo de leveza e pureza: pode representar o que há de mais pesado e obscuro possível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando nascemos, nos deparamos com um novo mundo, também um desses limites: é o lugar onde viveremos até nossa morte, até o que chamamos de fim. Em vida, afinal, estamos aprisionados, desconhecemos os mistérios que vão além do que somos capazes de ver ou sentir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto crescemos, fazemos escolhas, moldamos nossa personalidade, julgamos (sempre julgamos) o que é certo ou errado, agradável ou desagradável. Mais um limite branco: entre o quê queremos que faça parte de nós e o quê descartamos, deixamos para trás.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxUuxAVVvPI/AAAAAAAAALU/xn7HaBFM164/s1600/SDC12890.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxUuxAVVvPI/AAAAAAAAALU/xn7HaBFM164/s320/SDC12890.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por fim, morremos. E vemos outros morrerem. Partimos do plano racional, por vezes hipócrita e desunido, para o desconhecido, inimaginável e amplamente espiritual. Mais um limite “atravessado”. Talvez o último. Assim como o “sempre” e o “nunca”: grandes paredes brancas que carregam consigo o mistério nunca revelado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um limite branco, por fim, é o que há entre você e seus objetivos, entre a vida e a morte, entre a realidade e o sonho, entre a alma e a carne. As tais fronteiras são feitas por cada um de nós e a cada dia, afinal. E cabe a quem criou determinar a sua tenacidade e a coragem para enfrentá-las. Se é que há coragem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-4576161359991139539?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/4576161359991139539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/12/limite-branco-ii.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4576161359991139539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/4576161359991139539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/12/limite-branco-ii.html' title='Limite Branco II'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxUuUmrst2I/AAAAAAAAALM/6feBzqRtYrs/s72-c/SDC11717.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-1835709399765797442</id><published>2009-11-27T20:03:00.001-03:00</published><updated>2009-12-04T16:53:10.984-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Irmandade.</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxBaTIRpSyI/AAAAAAAAALE/FSxkmqKnIF4/s1600/SDC14294.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxBaTIRpSyI/AAAAAAAAALE/FSxkmqKnIF4/s400/SDC14294.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Algo neste ano mudou. Foi um ano diferente, especial, mágico e até um pouco cansativo, admito. Foi o momento em que pude conhecer inúmeras facetas de uma mesma realidade, mesmo em lugares não tão distantes. E eu não sei o que sinto agora. Há apenas uma saudade que me consome por dentro, uma dorzinha no coração, uma vontade de estar junto. Junto a quem? Eu desejo agora estar junto de duas irmãs que ganhei nesse período. Não irmãs de sangue, mas irmãs porque as considero assim; sempre considerei, na verdade.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E é por aí que a história toma um rumo mais que impressionante pra mim... Foi algo meio que rápido e meio que devagar. Foi um processo intenso, caloroso e poderoso. Pessoas que eu nunca imaginaria encontrar, conversar ou mesmo abraçar e sentir aquele carinho imenso que percorre por mim. Talvez eu as ame. Não aquele “amor” movido pela carne, mas aquele amor que faz a gente querer estar perto, querer falar sobre tudo, que faz sentir bem só pelo fato de ser amor mesmo, nem precisa que elas amem. O fato é que, se amarem, vou poder ver aqueles sorrisos e aqueles olhos brilhantes que tanto me encantam e sentir que estou ali ao mesmo tempo seguro e ao mesmo tempo protegendo. Certeza que eu as amo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas não quero ficar muito tempo sem vê-las. Pior ainda se alguma delas for embora. Sentir-me-ei desolado, no mínimo. Mas sei que nossas almas continuaram ligadas de alguma forma. Sentiremos a presença um do outro a cada momento, a cada felicidade ou tristeza. A cada estrela que olhamos todas as noites...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxBZy-1RvsI/AAAAAAAAAK8/w3Kovyd6MIM/s1600/SDC14292%282%29.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxBZy-1RvsI/AAAAAAAAAK8/w3Kovyd6MIM/s400/SDC14292%282%29.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É com essas estrelas que a escuridão irá passar. É nessas estrelas que nos lembraremos de tudo o que foi feito, tudo o que foi dito. Tudo, tudo, tudo. E sei de mais alguma coisa: sei que nos encontraremos de alguma forma, mesmo quando velhinhos e com a pele enrugada. E veremos o pôr do sol juntos. Juntos como todos os nossos momentos inesquecíveis. Juntos como grandes amigos. Juntos por sermos grandes irmãos. Juntos por sermos o complexo do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-1835709399765797442?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/1835709399765797442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/irmandade.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1835709399765797442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1835709399765797442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/irmandade.html' title='Irmandade.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SxBaTIRpSyI/AAAAAAAAALE/FSxkmqKnIF4/s72-c/SDC14294.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-176602377222022338</id><published>2009-11-10T22:06:00.002-03:00</published><updated>2009-11-10T22:08:47.131-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transforma.'/><title type='text'>Um pouco de riso.</title><content type='html'>Uma [tentativa de] sátira do filme Crepúsculo! Enfim, não temos o que fazer mesmo! :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C. - Edward-ilson; Carliana A. - Bella; Rodrigo W. - Carlisle; Heitor D. - Jacob/Mogli, o menino lobo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bnQE5XBON8Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bnQE5XBON8Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-176602377222022338?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/176602377222022338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/um-pouco-de-riso.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/176602377222022338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/176602377222022338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/um-pouco-de-riso.html' title='Um pouco de riso.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8891362480248914879</id><published>2009-11-08T22:08:00.001-03:00</published><updated>2009-11-08T22:26:50.651-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Ordem e... regresso?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Svdqwou746I/AAAAAAAAAK0/EvbVgSez6Xw/s1600-h/SDC12245.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Svdqwou746I/AAAAAAAAAK0/EvbVgSez6Xw/s400/SDC12245.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p _moz-userdefined=""&gt;&lt;/o:p&gt; &amp;nbsp;Nascemos, crescemos e morreremos ouvindo sobre “desenvolvimento”, “globalização” e outros termos que se referem à “evolução” mundial. Com todo esse processo “evolutivo”, é incompreensível, pelo menos pra mim, toda essa regressão humana... Pessoas matando, roubando, envolvidas em casos de corrupção, estupros e todos aqueles crimes que já estamos acostumados a ver nos noticiários. E o pior é que não só nesses “grandes” (porém maléficos) acontecimentos que o homem torna-se cada vez mais estúpido – também nos pequenos atos e em valores imprescindíveis é possível ver como a maldita raça está indo para o “fundo do poço”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Afinal de contas, quem nunca deu aquele famoso “corte” ou aquela famosa “resposta” e se achou o máximo, o poderoso? Nunca vemos o outro lado da história, nunca pensamos no outro lado da história... Magoamos e nem sentimos. Claro, não foi mesmo conosco! E é aí que mora o grande problema. Só nós podemos mudar isso dentro de nós mesmos, até porque não há mudança se não quisermos realmente que aconteça. Mas, como diria o Maurício do Limite Branco (v. trecho abaixo), às vezes me dá tanta raiva das pessoas e de seu egoísmo... elas podem ser o que querem – ninguém tem nada com isso-, mas são incapazes de ver o mal que fazem e se redimirem. Ou não vêem ou fingem que não vêem!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;E é tão fácil pisotear e humilhar! Difícil mesmo é colocar-se no lugar do outro. Sabe, às vezes parece que as pessoas são viciadas nisso de brigar e manter a sua vida em desarmonia com o próximo. Parece uma droga, não conseguem parar. Eu convivo com alguém assim, muito próximo, mesmo. Mas o que se pode fazer? Ignorar? Pode até ser... Abaixar a cabeça também serve às vezes. Mas por que temos que nos mostrar submissos e de cabeça baixa para que alguns nos tratem bem?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Mas o pior é quando o “tratar mal” vem com a vingança ou com a busca por status. Ou por pura moda de ser amargo. Não existem outras maneiras de parecer ser o “legal” não, hein? Na questão da vingança... bem, ainda falarei sobre o poder do perdão. E quanto à questão de ser amargo: a não ser que existam reais motivos para isso, não é melhor ser feliz? Por vezes não damos conta de quanta felicidade nos rodeia e reclamamos de tanta coisa inútil...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nilson C.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8891362480248914879?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8891362480248914879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/ordem-e-regresso.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8891362480248914879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8891362480248914879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/ordem-e-regresso.html' title='Ordem e... regresso?'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Svdqwou746I/AAAAAAAAAK0/EvbVgSez6Xw/s72-c/SDC12245.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-2644275108834813655</id><published>2009-11-07T20:30:00.001-03:00</published><updated>2009-11-08T22:25:59.555-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transforma.'/><title type='text'>Limite Branco.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SvYC3OFSbZI/AAAAAAAAAKs/phcqXTeOrRM/s1600-h/9788522007561.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SvYC3OFSbZI/AAAAAAAAAKs/phcqXTeOrRM/s320/9788522007561.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;"Mas gosto, gosto das pessoas. Não sei me comunicar com elas, mas gosto de vê-las, de estar a seu lado, saber suas tristezas, suas esperas, suas vidas. Às vezes também me dá uma bruta raiva delas, de sua tristeza, sua mesquinhez. Depois penso que não tenho o direito de julgar ninguém, que cada um pode &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;— e deve — ser o que é, ninguém tem nada com isso. Em seguida, minha outra parte sussurra em meus ouvidos que aí, justamente aí, está o grande mal das pessoas: o fato de serem como são e ninguém poder fazer nada. Só elas poderiam fazer alguma coisa por si próprias, mas não fazem porque não se vêem, não sabem como são. Ou, se sabem, fecham os olhos e continuam fingindo, a vida inteira fingindo que não sabem."&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-2644275108834813655?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/2644275108834813655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/limite-branco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/2644275108834813655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/2644275108834813655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/11/limite-branco.html' title='Limite Branco.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SvYC3OFSbZI/AAAAAAAAAKs/phcqXTeOrRM/s72-c/9788522007561.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-477645211295391581</id><published>2009-09-11T23:18:00.003-03:00</published><updated>2009-09-11T23:34:46.590-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Presente de aniversário.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqsEqFCnkgI/AAAAAAAAAKE/wIKVUL1RZyw/s1600-h/SDC12599.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqsEqFCnkgI/AAAAAAAAAKE/wIKVUL1RZyw/s400/SDC12599.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;Naquele maldito e estressante dia, nada havia dado certo. Havia sido “dispensado” pela garota que eu amava (e ainda passou a ignorar-me depois disso), não fui aceito no emprego por conta da minha aparência, que, pelo visto, era o oposto de meu talento, fui obrigado a correr de uma “gangue” que sempre me atormenta e, o pior, era meu aniversário!&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Em meus aniversários, nada dava certo, desde a hora que eu acordava até a hora em que eu desmaiava na cama. Acontecia de tudo: era despedido do trabalho, perdia dinheiro, era assaltado, acontecia um incêndio na casa... já houve até morte de um parente! Mas nada disso doía mais em mim do que algo aparentemente simples: ninguém, absolutamente ninguém, lembrava daquele fatídico dia. Será que isso custava tanto? Será que ser feio e excêntrico significava um isolamento social? Será que honestidade, bondade e lealdade não são valorizadas pelo mundo?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Aquele aniversário, no entanto, foi diferente. Quando cheguei em casa, havia um pacote de tamanho médio à frente da porta. Será que alguém tinha lembrado? Abri a embalagem, e dentro havia um pequeno aparelho com um botão azul além de um bilhete que dizia: “Com isso, você será capaz de desligar todas as luzes do mundo”. Sinceramente, não havia entendido. Apertei o botão. Nada aconteceu. Devia ter sido alguma brincadeira de “mau gosto”.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;No dia seguinte, acordei e tudo estava escuro. Não enxergava nada – talvez estivesse cego. Guiado pelos instintos, fui até a porta da frente buscar ajuda. Percebi que havia muitas pessoas na rua, e todas me cumprimentavam com muita alegria.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;- Estou cego, não enxergo nada – eu disse a elas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;- Também não enxergamos, apenas sentimos sua aura – responderam em coro – Sua aura é de bondade, por isso o valorizaremos como se deve, assim como você valorizará os que possuem espírito bom.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Lembrei-me, então, da máquina da "invisibilidade"... ela havia funcionado! Agora as pessoas viam minha bondade! Mas... por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-477645211295391581?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/477645211295391581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/09/presente-de-aniversario.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/477645211295391581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/477645211295391581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/09/presente-de-aniversario.html' title='Presente de aniversário.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqsEqFCnkgI/AAAAAAAAAKE/wIKVUL1RZyw/s72-c/SDC12599.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5143680617639341291</id><published>2009-09-06T21:22:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T23:21:07.064-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Buscando Estrelas.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;Esta é uma história ainda em esboço. Devido a alguns fatores, ainda não pude escrever sua versão completa. A versão integral estará postada dentro de alguns dias. Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Para ouvir antes, durante ou depois do texto: Piano Bar - Engenheiros do Hawaii&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.4shared.com/embed/42517295/107986b4" width="420" height="250" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Buscando estrelas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqRJVCqPxQI/AAAAAAAAAJ0/TIhfsddDczQ/s1600-h/SDC121002.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqRJVCqPxQI/AAAAAAAAAJ0/TIhfsddDczQ/s400/SDC121002.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Naquele dia, Carlos acordou cedo, como de costume, mas era um “acordar” diferente: havia um objetivo. Qual era? Nem ele sabia ao certo – tantas dúvidas o atormentavam que ele vivera confuso e desnorteado ultimamente. Após um banho demorado, tomou seu café da manhã e partiu para o mundo – queria visualizá-lo e entendê-lo. Por onde passava, via as pessoas e como se comportavam, pois sentia-se só e “sem amigos” – procurava saber do que gostavam e o que as interessava realmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Após algum tempo, parou e observou, então, uma mulher atraente, de cabelos pretos e sedosos e de corpo perfeito. Notou que dois rapazes a cortejavam: um era bom e honesto, porém magro, pouco atraente e de condição financeira mediana; o outro era rico, forte e bonito, porém egoísta, narcisista e perceptivelmente esnobe. A moça, no final das contas, preferiu o segundo homem. Carlos percebeu que ela, apesar de bonita, era artificial e interesseira, e que não era a pessoa que procurava.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Continuando sua caminhada rumo ao “nada”, encontrara uma colega por quem tinha muita afeição e um conhecido que se dizia muito seu amigo. Andou um tempo com eles, mas percebeu que não lhe davam atenção alguma, pois sua história era de sofrimento e a dupla importava-se apenas com a diversão. Percebeu que aquelas não eram as pessoas certas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Após longa jornada, deparou-se com uma garota tímida e meiga. Lembrou que a conhecia, há muitos anos havia estudado com ela, mas não lhe dera importância, “jogou-a fora”. Perguntou o que a menina fazia e surpreendeu-se com sua resposta:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;- Estou buscando uma estrela, talvez uma pessoa. Alguém que, mesmo sendo imperfeito, seja capaz de dar e receber amor verdadeiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;- Com tanta gente neste mundo, você não encontrou? – perguntou Carlos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqRMoUe1wiI/AAAAAAAAAJ8/t88YdL7K3KA/s1600-h/SDC12099.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqRMoUe1wiI/AAAAAAAAAJ8/t88YdL7K3KA/s400/SDC12099.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- Não, o mundo é cheio de aspereza, futilidades, egoísmo e estrelas fracas... Até mesmo você foi assim comigo, há muitos anos – ela disse.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Nesse momento, o garoto abraçou-a e pediu desculpas. Era um sinal. Havia mudado, mudado para melhor, talvez. E a pessoa que foi capaz de mostrá-lo a mudança que havia acontecido talvez fosse quem procurava. E talvez o rapaz fosse a estrela que a garota procurava.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Decidindo arriscar, os dois deram as mãos e caminharam para o “nada”, dessa vez juntos, em busca de novas estrelas e usando as que já tinham: esperança, bondade, simplicidade e amor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Obs: os personagens não são namorados, são amigos. Afinal de contas, amor também existe na amizade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5143680617639341291?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5143680617639341291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/09/buscando-estrelas.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5143680617639341291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5143680617639341291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/09/buscando-estrelas.html' title='Buscando Estrelas.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqRJVCqPxQI/AAAAAAAAAJ0/TIhfsddDczQ/s72-c/SDC121002.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-1412839293178561951</id><published>2009-09-03T20:24:00.000-03:00</published><updated>2009-09-11T23:21:20.174-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Fardo Inevitável</title><content type='html'>&amp;nbsp; Por que o homem insiste na mentira? Para parecer mais honesto? Se de fato o fosse, não precisaria disso, não é? Para convencer a si mesmo de alguma inverdade? Inutilidade. A verdade vai estar sempre dentro dele, mesmo que no subconsciente, e um dia virá à tona. Brincadeiras? Cuidado, pode resultar em algo sério. Nós, como seres humanos, talvez permaneçamos eternamente nesta porcaria... persistindo em enganar a si ou aos outros de forma descarada.&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqBPNYrPN2I/AAAAAAAAAJs/sKYSnSgaI0A/s1600-h/SDC12578+%282%29.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqBPNYrPN2I/AAAAAAAAAJs/sKYSnSgaI0A/s400/SDC12578+%282%29.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;Tolo é aquele que diz que nunca mentiu – tanto para si quanto para os outros, friso -, que se diz o “santo” e completamente honesto. Por mais que dê certo, que driblemos os devidos obstáculos, a mentira suja a alma. Já percebeu a quantidade de amizades e amores que se acabaram por conta de uma farsa? E o pior: é um fato presente até mesmo na família, aquela que deveria ser a instituição máxima da confiança e da verdade. Causas? Inúmeras. Falta de comunicação, egoísmo, complexos de superioridade ou inferioridade, ciúmes, superproteção, sufoco... e aí nos damos conta do quão diverso e versátil é este espetáculo teatral.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Fala-se muito sobre a necessidade de que se vá contra o verdadeiro. Existem casos e casos, mas realmente existe essa tal necessidade? Poupar a si ou ao outro vai amenizar uma dor que poderá “florescer” mais tarde? Pensamos imediatamente, assim, na omissão. Omitir é pior, melhor ou equivale a mentir? Omitir é mais uma forma de enganar e ser enganado?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;E o quê dói mais? Descobrir aquilo que um dia foi (ou não) mascarado ou saber que foi enganado por alguém em quem confiou? Para mim, pelo menos, a segunda opção. Em praticamente todas as situações existe a decepção, que resulta em inúmeras perdas, talvez irreparáveis. É importante, claro, o perdão. Mas não peça para que tudo volte a ser exatamente como era antes: com a confiança abalada, é difícil, quase impossível.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Dessa forma, mentir pode ser uma faca de dois gumes: por um lado “bom”, até vantajoso dependendo do caso, e por outro ruim, destruidor de sentimentos. A diferença é que o lado ruim é mais pesado e quase sempre prevalece, mesmo após um tempo. Iludiu-se prometendo não mais mentir? Meus pêsames, mentir parece um fardo inevitável, que vai sempre perseguir o homem. Mas tentar evitar que isso aconteça já é um bom começo para uma espécie de “evolução”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-1412839293178561951?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/1412839293178561951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/09/fardo-inevitavel.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1412839293178561951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/1412839293178561951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/09/fardo-inevitavel.html' title='Fardo Inevitável'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SqBPNYrPN2I/AAAAAAAAAJs/sKYSnSgaI0A/s72-c/SDC12578+%282%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-2764521932987565298</id><published>2009-08-27T18:20:00.000-03:00</published><updated>2009-08-28T09:55:58.279-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Inimiga, doce inimiga</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Spb5klPJ_2I/AAAAAAAAAGQ/Qy7h7djl_74/s1600-h/SDC11956+%282%29.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 317px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Spb5klPJ_2I/AAAAAAAAAGQ/Qy7h7djl_74/s320/SDC11956+%282%29.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374757612179554146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; Mais &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;uma vez eu encontrei a “solidão”, uma velha inimiga. Intrigante como, mesmo a volta de muitas pessoas (talvez amigos), nos sentimos sozinhos e até isolados. Talvez seja uma das armadilhas da nossa cabeça, talvez seja ciúme, talvez seja verdade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; Ao ver as pessoas com carinhos entre si, afetadas pelo amor umas às outras, percebemos o quanto o ser “só” torna-se rotina, torna-se parte de nós. Tentamos ignorar, ficamos sérios e absolutos, mas é impossível negar a importância de cada um ao nosso redor. É normal esquecermos dos outros e de tudo quando estamos com quem amamos, absolutamente normal. Para tentar remediar isso, não adiantam as palavras “consoladoras”, que posso chamar até de ideológicas. A verdade não está exatamente nas palavras, mas nas ações, nossos atos que refletem nossos interesses.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A verdade mesmo é que ver quem gostamos afastando-se de nós é realmente doloroso, talvez a pior dor. E nos vemos naquela água que mostra o reflexo puro: observamos nossa individualidade impossível de ser compartilhada pela falta do próximo. E nos sentimos tristes, infelizes e azarados. O que chama a atenção das pessoas? O que faz falta para elas? O que fazer para que elas gostem de nós?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Um ou outro diria que basta sermos nós mesmos. “Não, nunca o deixei de ser. Ainda assim, estou só”. E alguém nos diz que “no final das contas, o amor que se dá é aquele que se recebe”. Não sei se é isso mesmo. Certos relacionamentos não teriam finais desastrosos se fosse por isso. Talvez isso peça uma mudança: comportamental e/ou social. Mudar para agradar aos outros? Estar “sozinho” é uma situação difícil. Tentar viver mais “livre” e “independente”? Pode ser uma saída.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;E quando chega aquele (a) que realmente se importa e se preocupa, sentimos algo estranho, uma espécie de felicidade. Talvez uma porta aberta, um novo caminho, uma nova esperança.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-2764521932987565298?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/2764521932987565298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/inimiga-doce-inimiga.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/2764521932987565298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/2764521932987565298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/inimiga-doce-inimiga.html' title='Inimiga, doce inimiga'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Spb5klPJ_2I/AAAAAAAAAGQ/Qy7h7djl_74/s72-c/SDC11956+%282%29.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5401641531205430166</id><published>2009-08-08T17:24:00.000-03:00</published><updated>2009-08-08T18:24:20.709-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Acerca da humanidade do mar.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sn3p6a6ST0I/AAAAAAAAAGA/A_4euDKeniM/s1600-h/SDC11726.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sn3mqqJ-C1I/AAAAAAAAAF4/OM5pSBc1A4o/s1600-h/SDC11726.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sn3rQ-SVPOI/AAAAAAAAAGI/ZlO8APULd2Y/s1600-h/SDC11726.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367705007725821154" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sn3rQ-SVPOI/AAAAAAAAAGI/ZlO8APULd2Y/s320/SDC11726.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; E mais uma vez eu via aquela imensidão azul. Era o dia mais feliz que já tive. Percebi, então, o quanto o mar era permeável à mudanças: havia aqueles que nele jogavam lixo ou mesmo faziam suas necessidades básicas. E ele ficava poluído, menos belo e mais revoltado. Outros, atraídos por sua beleza, iam refrescar-se nele e o divertiam, porém não se preocupavam se ele estaria lá para sempre. Voltavam para suas casas, o esqueciam e não ligavam se estava limpo ou sujo. E ele se sentia abandonado. Uns poucos estavam ali não só para gozar de seus prazeres, mas preocupavam-se com as boas condições (limpeza, beleza e preservação) do mar e faziam de tudo para mantê-lo assim. E ele tornava-se feliz e brilhante para estes. Ainda existiam aqueles que não o ajudavam e nem o prejudicavam, eram indiferentes. Apesar disso, o mar ainda brilhava e continuava a oferecer seus “serviços” para o dia em que eles precisassem.&lt;br /&gt;“Seria o mar o exemplo de uma vida?” pensei. E continuei a admirá-lo. Talvez aquilo fosse um sinal do que seria o ser humano e como entendê-lo. Um sinal do que um dia nos tornaríamos ou do que alguns de nós já somos (claro que é mais plausível, nas condições de hoje, que sejamos o mar revoltado). E ao chegarmos nesse estágio nos lembraríamos dele. Mutável, permeável, instável, brilhante, disponível, memorável, inconstante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5401641531205430166?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5401641531205430166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/acerca-da-humanidade-do-mar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5401641531205430166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5401641531205430166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/acerca-da-humanidade-do-mar.html' title='Acerca da humanidade do mar.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sn3rQ-SVPOI/AAAAAAAAAGI/ZlO8APULd2Y/s72-c/SDC11726.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5155877430863369682</id><published>2009-08-06T22:16:00.000-03:00</published><updated>2009-08-06T22:55:25.789-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Medo? Eu tenho.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnuBRW5myBI/AAAAAAAAAFo/UbNsDHHOC9o/s1600-h/SDC11996.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367025516147034130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnuBRW5myBI/AAAAAAAAAFo/UbNsDHHOC9o/s320/SDC11996.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mudança e o novo, de fato, marcam, fazem pensar. E nesses devaneios nos deparamos com algo, a princípio, desagradável: o medo. Estando em uma fase nova, onde devo abdicar de muitas coisas parar recuperar algo (ou alguém) que foi perdido no caminho, sempre paro para refletir, principalmente nas conversas em que “abro o jogo” (que acabam virando “brigas momentâneas”), sobre o real sentido do MEDO. O que é medo? Para quê serve? Porque ter medo? De quê (ou quem) devo tê-lo? O medo, afinal, mostra que somos fracos ou fortes? Não falo aqui de medos comuns, tais como de animais, mas de medos da vida. O medo nos “pausa”? É possível vencê-lo?&lt;br /&gt;Os medos que temos &lt;strong&gt;geralmente&lt;/strong&gt; representam uma espécie de insegurança em relação à determinada situação. É como se fosse um alerta de que algo está errado ou de que há alguma preocupação muito grande nos atormentando. Visto isso, claro que o medo tem função e também é óbvio que ele não é apenas benéfico. Quando perdemos o controle da situação, nos tornamos vítimas, ficamos presos, imóveis, petrificados. E assim nos mostramos fracos.&lt;br /&gt;Quando nos mostramos fortes? Quando controlamos, dominamos o medo. Como fazê-lo? Enfrentando. Não adianta ficar resmungando ou “pensando na morte da bezerra” e esperar o temor ir embora. Vá lá e faça acontecer. Prove a si mesmo que ter medo pode ser inevitável mas que não é isso que o transformará em uma estátua. Ganhe auto-estima, não perca as oportunidades que a vida lhe oferece, demonstre coragem e alcance sua felicidade, afinal, como chegar a ela sentado no sofá? &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnuDoLn6QOI/AAAAAAAAAFw/Nc6sMxLOfZA/s1600-h/SDC12007.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367028107280269538" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnuDoLn6QOI/AAAAAAAAAFw/Nc6sMxLOfZA/s320/SDC12007.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pouquíssimos sabem disso, mas eu sofria com problemas de ansiedade decorrentes dos medos que eu tinha. Cheguei a ir buscar ajuda com psicólogos, mas nada resolvia. Então, chegou o momento em que reuni forças para enfrentar isso frente a frente. Após uma intensa e aparentemente interminável batalha, venci e tornei-me outro. Os vestígios foram basicamente dois: arrependimento, por não ter aproveitado suficientemente aquela maravilhosa época que já havia passado, e felicidade, por adquirir mais força e liberdade para os desafios e acontecimentos futuros. Claro que, nem de longe, extingui todos os meus medos. Mas vi que sou capaz de enfrentar os que ainda restam e pude sentir a auto-realização que isso proporciona.&lt;br /&gt;Assim, o medo é ruim – maléfico- quando nos desvia de nossos objetivos, nos afasta de quem gostamos, quando nos torna infelizes de alguma forma. Obviamente, cada um escolhe o que quer para si: a felicidade plena ou transformar-se em uma pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5155877430863369682?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5155877430863369682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/mudanca-e-o-novo-de-fato-marcam-fazem_06.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5155877430863369682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5155877430863369682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/mudanca-e-o-novo-de-fato-marcam-fazem_06.html' title='Medo? Eu tenho.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnuBRW5myBI/AAAAAAAAAFo/UbNsDHHOC9o/s72-c/SDC11996.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8890402068645453629</id><published>2009-08-03T14:53:00.000-03:00</published><updated>2009-08-06T22:56:53.102-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre eles.'/><title type='text'>Pelo que chamo de amigo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnclH095ZvI/AAAAAAAAAFg/uB0y__9Z0Ys/s1600-h/DSCN0994+-+C%C3%B3pia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365798297442805490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnclH095ZvI/AAAAAAAAAFg/uB0y__9Z0Ys/s320/DSCN0994+-+C%C3%B3pia.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como já dizia o filósofo e pensador grego Aristóteles, “a amizade é uma alma que habita dois corpos, um coração que habita duas almas”. Há alguns dias, um amigo fez uma espécie de “homenagem” (exagero, talvez) a mim em sua página no wordpress (que não divulgarei como forma de privacidade, se é que posso falar nisso) e nada mais justo que retribuí-lo com mais um de meus enfadonhos textos.&lt;br /&gt;Acerca de 1 ano e 5 meses (acho):&lt;br /&gt;“Mais um ano letivo começava, em uma nova escola, porém. Raiva, medo, angústia, ansiedade... tudo se passava pela minha cabeça. Chegando naquela sala de aula, encarei aquele ‘povo’ estranho por milésimos de segundos e sentei na fileira que ficava junto à parede. Após primeiras péssimas impressões sobre todo mundo e me sentindo um alien, passei um bom tempo calado (falava o necessário) e vi que alguns pareciam ser legais. Entre eles, uma garota encantadora, talvez uma paixonite à primeira vista, o que não vem totalmente ao caso.&lt;br /&gt;Durante as aulas deparei-me com um ser que estava no outro lado da classe: ‘amarelo’, de óculos com lentes grossas e olheiras permanentes, permanecia quieto, talvez desconfiado, e que, embora fosse ‘novato’, conhecia grande parte do pessoal. Logo pensei: ‘ou é nerd ou é drogado’ (nada contra a nenhum dos dois tipos).&lt;br /&gt;Com o passar dos dias, mais entrosado com um dos grupos, tive a oportunidade de falar com o ser estranho algumas vezes. Parecia ser boa pessoa e compartilhávamos de alguns gostos em comum. Confesso que desde as primeiras conversas eu já pressentia uma grande amizade.&lt;br /&gt;Com uma ajuda do “Senhor do mundo” (o tempo) e do msn (claro!), aquela ‘colegagem’ se tornou uma amizade inexplicável. Sim, podem rir, quebrei a minha cara com a história das primeiras impressões e descobri naquele “nerd drogado” um parceiro de metal, um compartilhador de conhecimentos e uma melhor amigo, sim, aquele que te compreende, te apóia, faz pensar, que te esmurra de estiver pensando asneiras, te torna permeável à mudanças e até ao perdão, com quem você se preocupa e trata como se fosse da sua família e por quem você faria o ‘diacho’.&lt;br /&gt;Enfim cara, é isso, te agradeço por tudo e estamos aí, companheiros, inimigos (isso ainda atenta ¬¬’) e irmãos até o fim.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: se esse cara um dia existir (se ele não existe) o texto já está feito aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8890402068645453629?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8890402068645453629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/pelo-que-chamo-de-amigo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8890402068645453629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8890402068645453629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/pelo-que-chamo-de-amigo.html' title='Pelo que chamo de amigo.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnclH095ZvI/AAAAAAAAAFg/uB0y__9Z0Ys/s72-c/DSCN0994+-+C%C3%B3pia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-215984790769861859</id><published>2009-08-03T09:34:00.000-03:00</published><updated>2009-08-03T11:16:49.217-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Em nome da transformação.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnboVclGj4I/AAAAAAAAAFI/RikIy3psQUY/s1600-h/SDC11700.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365731461205233538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnboVclGj4I/AAAAAAAAAFI/RikIy3psQUY/s320/SDC11700.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudança. Na sua concepção, o que significa “mudar”? Por que mudar? Mudar em quê? Mudar para quê? Se o homem, segundo os estudiosos da mente, tem medo do novo, porque ele muda? Mudar 100% é impossível? Não falo só na transformação em si mesmo, mas no próximo. É possível mudar o outro? É necessário tentar mudá-lo? Se quero que ele (a) mude é porque o amo ou o odeio? Compreender os defeitos significa uma “estática comportamental” onde não devem existir melhoras no outro?&lt;br /&gt;A transformação é algo polêmico. Por que é assim? Porque somos distintos e pensamos de diferentes formas. Sempre há quem não goste do novo, mesmo que seja para o nosso bem. Devemos então tentar mudar todas as vezes que recebermos críticas? Não, apenas mude o que julgar necessário, só não se feche a ponto de não ver seus próprios pontos negativos. Não os enxergue em espelhos, eles são artificiais, enxergue-os em água pura, onde o reflexo é natural e mais límpido (mesmo que não pareça). (v. ps²)&lt;br /&gt;Algo que chamou a atenção de duas pessoas que leram meu texto anteriormente postado foi a questão da compreensão de defeitos no amor. Apesar de ótimos argumentos, não fui convencido a compartilhar da mesma opinião que eles: a de que os defeitos não devem ser mudados, pois o amor seria capaz de “deixa-los de lado” ou deveriam ser defeitos amados e admirados assim como seus respectivos donos. Havendo sinceridade, não acredito nisso. Acredito no amor como sendo algo capaz de valorizar as qualidades, ajudar a amenizar os defeitos – que devem sim devem sim ser compreendidos e perdoados, já que ninguém é perfeito, o que não justifica uma estática comportamental - e de ensinar às pessoas o verdadeiro sentido da vida e como vivê-la melhor, ou seja, uma relação entre as pessoas e seus sentimentos sob uma forma mais íntima. Por que casamentos, namoros, relacionamentos acabam? Ou o “amor” acabou (às vezes prejudicado pela rotina) ou aquilo que foi “deixado de lado” (leia defeitos, falta de carinho e outras &lt;em&gt;cositas&lt;/em&gt; mais) veio à tona tornando-se algo insuportável (claro que existem outros motivos, mas isso não vem ao caso). Com um simples toque a pessoa às vezes muda por si mesma e os dois tornar-se-ão mais felizes e esclarecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365732048249268130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Snbo3nfTp6I/AAAAAAAAAFY/ZjwJ1GsGSG0/s320/SDC11456.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Pensando na dose da mudança, lanço um trecho do filme X-Men 2 que chama muita atenção:&lt;br /&gt;(adaptado)&lt;br /&gt;“Noturno – Se é capaz de mudar completamente de forma, por que não fica igual aos outros?&lt;br /&gt;Mística – Porque não é o correto a ser feito”&lt;br /&gt;E deixo a você o cargo de descobrir o que, neste caso, é correto ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ps¹: “Não adianta querer mudar uma pessoa que não está disposta para tal.&lt;br /&gt;ps²: Agradecimentos a meu amigo ‘FG’ que me falou sobre a temática dos espelhos e água pura há 5 anos.&lt;br /&gt;ps³: Dizia Huberto Rohden, um filósofo e educador brasileiro: “o verdadeiro amigo é aquele que sabe corrigir nossos erros.”  No entanto, pedir para a pessoa mudar só por causa de nós é muito egoísmo de nossa parte (em homenagem a Agáh)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nilson C.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-215984790769861859?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/215984790769861859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/em-nome-da-transformacao.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/215984790769861859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/215984790769861859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/08/em-nome-da-transformacao.html' title='Em nome da transformação.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnboVclGj4I/AAAAAAAAAFI/RikIy3psQUY/s72-c/SDC11700.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-3213245315221816431</id><published>2009-07-31T18:13:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:30:42.706-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Sobre as necessidades do amor.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnNf9xLEYaI/AAAAAAAAAFA/JoJxniN4FmI/s1600-h/SDC11388.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364737095904813474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnNf9xLEYaI/AAAAAAAAAFA/JoJxniN4FmI/s320/SDC11388.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É incrível a banalização atual de uma pequena palavra que representa tanto: amor. O que seria o amor? Posse? Preocupação em ser correspondido? Ser capaz de abdicar de seus sonhos por alguém? Acredito no amor como sendo um “mix” daquilo que seja benéfico para todos os envolvidos e não só para um deles (lembrando que o amor não se limita apenas a casamentos ou namoros, mas também na amizade e no âmbito familiar).&lt;br /&gt;Esta semana, um amigo falava-me sobre certo conflito em relação à questão amorosa, algo que envolvia um culto religioso. De acordo com os preceitos que me regem, relacionar amor e religião é algo, no mínimo, inconveniente. Ora, porque amar tem que envolver aquilo que você decidiu seguir? Amar não seria aceitar o outro como ele é, com todas as suas qualidades, defeitos (procurando melhorar esses) e decisões? Amar não envolve o respeito? Pelo menos pra mim, sim (referindo-me aos dois últimos questionamentos).&lt;br /&gt;Outra situação me chamou mais atenção ainda, enquanto eu conversava com outro amigo. Ele dizia a mim: “Não acredito, todos os meus amigos estão namorando, e eu não...” Mas que esquisito... amor envolve mostrar aos outros que você também está namorando e é o “bonzão” ou “boazuda” do momento? Representa a posse de uma pessoa para que possa exibi-la aos seus amigos? Pelo menos pra mim, não.&lt;br /&gt;E o comentário que mais me chamou a atenção de todos, vindo de uma mulher agora: “Tenho uma espécie de trava quanto ao amor e acabo me afastando de quem gosto quando acontece algo entre nós!”. Esse é o mais complicado dos casos, ainda há como entender... o medo de machucar o outro é algo normal (pelo menos deveria ser). Mas, se é amor mesmo, vale a pena arriscar, entregar-se a ele, tentar de tudo e o mais importante: fazer valer a pena. O amor, se não bem vivido, de nada adiantará.&lt;br /&gt;Assim, amar consiste no sentimento mais belo e puro, que não necessita de “travas”, nem de egocentrismo, nem de exposições inadequadas e muito menos de uma quebra de preceitos incapazes de prejudicar alguém. Necessita de coragem, respeito, harmonia, liberdade responsável, partilha, igualdade e da mais limpa VERDADE.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nilson Carlos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-3213245315221816431?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/3213245315221816431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/sobre-as-necessidades-do-amor.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3213245315221816431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3213245315221816431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/sobre-as-necessidades-do-amor.html' title='Sobre as necessidades do amor.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SnNf9xLEYaI/AAAAAAAAAFA/JoJxniN4FmI/s72-c/SDC11388.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-8335211570980934981</id><published>2009-07-27T14:29:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:36:43.371-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>A "arte" da desistência.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sm3nPDM_85I/AAAAAAAAAE4/6M_qfDY2-HA/s1600-h/SDC11694.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363196977012011922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sm3nPDM_85I/AAAAAAAAAE4/6M_qfDY2-HA/s320/SDC11694.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desistir. Palavra difícil, quase a pior palavra (dependendo do caso, lógico). Quando desistir? De novo, o velho e chato tempo vem nos perturbar. Desistir quando alguém ri do nosso objetivo e nos deixa pra baixo? Quando riem da nossa capacidade ou do nosso esforço? Quando falhamos em algo no processo e ficamos tristes com esse pequeno fracasso? Quando o nosso “campo de visão” nos permite ver que aquilo é impossível? Se for o caso, até onde a nossa “percepção” é incapaz de falhar?&lt;br /&gt;Existem situações que tentam forçar o abandono, principalmente quando envolvem outras pessoas e suas malditas índoles “fortes” (que de fortes não têm nada, pelo menos pra mim). Pessoas que não querem ser ajudadas, orgulhosas, arrogantes e que possuem o “poder” da ignorância, são exemplos clássicos. Geralmente, em situações como essas, os mais “chegados” vêm e nos dizem para deixarmos isso para lá e esquecermos tal indivíduo. Mas e se for alguém especial? Se for um grande amigo ou mesmo alguém da família? Vale a pena desistir nesse caso?&lt;br /&gt;Outras vezes, como já citei, pensamos em deixar de lado alguns de nossos objetivos, duvidando de nossa própria capacidade ou nos “inspirando” nas opiniões –destrutivas- alheias. Mas isso tudo é tão contraditório... Se não tivermos autoconfiança quem vai confiar em nós? Se levarmos em conta os pontos de vista de todo mundo quando teremos chance de fazer algo para que melhoremos?&lt;br /&gt;Assim, a questão do “desistir” é algo a se pensar duas vezes. Ou não.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nilson Carlos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-8335211570980934981?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/8335211570980934981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/desistir.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8335211570980934981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/8335211570980934981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/desistir.html' title='A &quot;arte&quot; da desistência.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sm3nPDM_85I/AAAAAAAAAE4/6M_qfDY2-HA/s72-c/SDC11694.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-7351984005673714418</id><published>2009-07-17T17:03:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:30:42.706-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Sentimento essencial.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SmDbk3isrqI/AAAAAAAAAEA/58L3Cxt_IGg/s1600-h/SDC11296.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359524983002148514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 208px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SmDbk3isrqI/AAAAAAAAAEA/58L3Cxt_IGg/s320/SDC11296.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Lendo o texto de um blog um dia desses, que falava sobre o chato período de férias e como a escola era um ambiente incrível onde podíamos nos relacionar com outras pessoas, comecei a refletir sobre essas relações e como elas se fortaleciam, passando a serem chamadas de amizade. É incrível como aquele “serzinho” que chamamos de amigo é capaz de mudar-nos, tornar-nos seres melhores e mais felizes, no caso de um relacionamento (sim, amizades são relacionamentos, pra quem não sabe) saudável.&lt;br /&gt;Acho um erro viver sem amigos. Conheço pessoas que, se pudessem, ficariam isoladas do mundo, com seus computadores e livros, apenas consigo mesmas, satisfazendo só a si e aos seus desejos egocêntricos. Puxa, sinto realmente pena de casos como esse. Será que não vêem que não existe nada melhor do que um abraço, uma conversa, um conselho? Uma troca de sorrisos que seja já torna o seu dia muito melhor, por mais conturbado que esteja, não acham?&lt;br /&gt;Os componentes mais belos do processo que tais pessoas estariam perdendo seri&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SmDeE67diZI/AAAAAAAAAEQ/bdnB9rXzPQo/s1600-h/OgAAADKI0C2pdQDPNUe5vpu2HYSXZ2CZbzpypujWbdt4Ot-p5ySIhwT9zEhBTAI8XhuEos1VIg9hxqH__EYOY0bF_4oAm1T1UOLEmSOSBbAOWZVawGz5S6dMyOKD.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359527732690389394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SmDeE67diZI/AAAAAAAAAEQ/bdnB9rXzPQo/s320/OgAAADKI0C2pdQDPNUe5vpu2HYSXZ2CZbzpypujWbdt4Ot-p5ySIhwT9zEhBTAI8XhuEos1VIg9hxqH__EYOY0bF_4oAm1T1UOLEmSOSBbAOWZVawGz5S6dMyOKD.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;am, sem dúvida, a conquista da confiança e a capacidade de perdoar. Interessante como o ser humano foi desenvolvido para tal e como esses apreciáveis componentes revelam algumas máscaras que tentam usar diante de nós. Claro que não são as únicas partes que compõem o glorioso sentimento, e devem ser unidas à disponibilidade, companheirismo e outros “instrumentos” que com o tempo são descobertos. Lógico que é bom ter amizades e tudo, mas é algo que precisa ser dosado. Não pense que todo mundo é seu amigo e que pode ter intimidade com quem você vir pela frente. Isso é facilmente justificado por dois motivos: 1) nem todo mundo está disposto a uma amizade verdadeira (isso inclui os “lobos em pele de cordeiro”) e; 2) é melhor dar muita atenção a poucos do que pouca atenção a muitos, acredite.&lt;br /&gt;E a pergunta final, claro: o que se aprende com a amizade? Uma coisa que você não vai saber apenas com livros e computadores: viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson Carlos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-7351984005673714418?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/7351984005673714418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/sentimento-essencial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7351984005673714418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7351984005673714418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/sentimento-essencial.html' title='Sentimento essencial.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SmDbk3isrqI/AAAAAAAAAEA/58L3Cxt_IGg/s72-c/SDC11296.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-63367576385923416</id><published>2009-07-15T16:03:00.001-03:00</published><updated>2009-08-01T11:30:42.707-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Plausibilidade da partida.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sl4oHeUJvDI/AAAAAAAAADw/e31ijEIWysE/s1600-h/OgAAALstfrL2jo7wdA-Uj7c3_wvSzdaC2Ywbc0bgjW4gNze8_6Fk7_gCvB2BeJH_I4UL9P7Q6AVseTvm1AEc8BXCHawAm1T1UJLXrIVyLsVzGCm6ytbhfCIGPIoA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358764715479252018" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 299px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sl4oHeUJvDI/AAAAAAAAADw/e31ijEIWysE/s320/OgAAALstfrL2jo7wdA-Uj7c3_wvSzdaC2Ywbc0bgjW4gNze8_6Fk7_gCvB2BeJH_I4UL9P7Q6AVseTvm1AEc8BXCHawAm1T1UJLXrIVyLsVzGCm6ytbhfCIGPIoA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Hoje o dia está para falar de algo que não entendo. Estava lembrando de um grande amigo de muitos anos e como nunca mais tenho falado com ele. Depois de um tempo de uma amizade sólida, aparentemente pelo menos, em que nos apoiamos em praticamente tudo, fomos para escolas diferentes e nos distanciamos “monstruosamente”. Então, o primeiro questionamento surgiu em minha mente: por que amigos se vão?&lt;br /&gt;A primeira coisa que pode vir à mente de muita gente é a justificativa da distância. Realmente, distância é algo fatal, acaba com muita coisa. Mas não seria essa uma resposta cômoda? É isso que me intriga. A distância, na maioria das vezes, pode ser o resultado de um “deixar de lado”, algo muito freqüente hoje, onde todo mundo vive dizendo que não tem tempo. Pode ter sido o nosso caso.&lt;br /&gt;Em busca de respostas, comecei a reler um livro que tenho há 6 anos, chama-se “A essência da Amizade”. Lá, havia a seguinte passagem: “Até quando ele estará com você? Estará enquanto tiver algo a lhe dizer ou ensinar”. Isso não é exatamente reconfortante. Quer dizer, ele estava lá e lhe ensinou tudo que era pra ensinar, nada mais? Nunca nos conformamos, quase sempre achamos pouco, não é mesmo?&lt;br /&gt;A partida, então, é algo no mínimo complexo. Sempre deixa mais e mais dúvidas. Não só isso, mas também um sentimento que toma conta e que é realmente difícil de encarar: saudade. Até agora, mesmo escrevendo esse texto, eu não consegui encontrar uma resposta plausível para a partida e muito menos consigo me conformar com a saudade. A única coisa que aprendi de tudo isso é que o tempo, que com certa freqüência dizemos não ter, merece ser aproveitado ao máximo. Do contrário, virão à tona todos os questionamentos e angústias que citei e, logo em seguida, um arrependimento miserável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nilson Carlos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-63367576385923416?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/63367576385923416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/hoje-o-dia-esta-para-falar-de-algo-que.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/63367576385923416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/63367576385923416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/hoje-o-dia-esta-para-falar-de-algo-que.html' title='Plausibilidade da partida.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Sl4oHeUJvDI/AAAAAAAAADw/e31ijEIWysE/s72-c/OgAAALstfrL2jo7wdA-Uj7c3_wvSzdaC2Ywbc0bgjW4gNze8_6Fk7_gCvB2BeJH_I4UL9P7Q6AVseTvm1AEc8BXCHawAm1T1UJLXrIVyLsVzGCm6ytbhfCIGPIoA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-6382994986015446619</id><published>2009-07-13T15:09:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:36:43.371-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>Recheio de hipérbole.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Slt7nG5MkbI/AAAAAAAAADg/C52Srb7cK6U/s1600-h/OgAAAJBzAOUYIkE_CfSVcKCKc8w8XRXKgNTodZieOcXOfTFqSFXpozQfuTFR_5lIInxIQLV1U3__YF5ulYjUdVOIZGgAm1T1ULlurFGBBC8IITTZlGxiTv5N6MsX%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358012093482963378" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 258px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Slt7nG5MkbI/AAAAAAAAADg/C52Srb7cK6U/s320/OgAAAJBzAOUYIkE_CfSVcKCKc8w8XRXKgNTodZieOcXOfTFqSFXpozQfuTFR_5lIInxIQLV1U3__YF5ulYjUdVOIZGgAm1T1ULlurFGBBC8IITTZlGxiTv5N6MsX%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quase sempre nos deparamos com nossos próprios conflitos, com nossas preocupações e tudo mais como se aquilo fosse o fim do mundo. Ao ouvir as reclamações que algumas pessoas próximas vivem nos fazendo, não exatamente sobre nós mas sobre seu próprio cotidiano, é incrível como por vezes achamos que aquilo tudo nem se compara com o que passamos a cada dia. É inevitável fazer uma comparação da nossa vida com a das outras pessoas, afinal de contas a maioria de nós vê o mundo como sendo o centro dele.&lt;br /&gt;Acredito que isso aconteça pelo fato de ser difícil tentarmos nos ver no lugar do outro e pensar em como resolveríamos determinado problema, até certo ponto, “alheio”. Sempre e sempre olhamos pros nossos umbigos e esquecemos daqueles que têm fome, que não têm casa, que vivem sob condições precárias.&lt;br /&gt;A falta disso é facilmente exemplificada ao vermos o número de suicídios que acontecem a cada dia, alguns de forma até mesmo inexplicável. O que quero dizer com isso é que usamos o recurso da “hipérbole” para justificar a nossa tristeza em relação a determinadas coisas que a princípio nem são tão grandes assim.&lt;br /&gt;Conversando com alguns amigos, em especial sobre relacionamentos, percebo que algumas vezes as pessoas têm algo “na mão”, mas não sabe ver e, consequentemente, não valoriza como deveria. Ou então estão muito ocupadas pensando em um alguém “errado”, digamos assim. Depois que já é tarde demais é que conseguem ver isso e ficam fazendo uma espécie de birra. Ora, pra que fazer birra se é algo que já passou e, segundo nosso contexto, sempre se deve olhar para o futuro? É claro que com os erros aprendemos, mas não adianta chorar o leite derramado não é mesmo? O que acho é que essas pessoas deveriam comemorar pela “conquista” feita. Ora, se alguém honesto gosta de você, deve ser porque deve ter algo muito especial para oferecer.&lt;br /&gt;Então, é bom antes repensar se o que você tem em mãos é um grande problema ou uma pequena desavença recheada de hipérbole que não deveria estar afetando sua felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson Carlos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-6382994986015446619?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/6382994986015446619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/recheio-de-hiperbole.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6382994986015446619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/6382994986015446619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/07/recheio-de-hiperbole.html' title='Recheio de hipérbole.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/Slt7nG5MkbI/AAAAAAAAADg/C52Srb7cK6U/s72-c/OgAAAJBzAOUYIkE_CfSVcKCKc8w8XRXKgNTodZieOcXOfTFqSFXpozQfuTFR_5lIInxIQLV1U3__YF5ulYjUdVOIZGgAm1T1ULlurFGBBC8IITTZlGxiTv5N6MsX%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-3352193820369783539</id><published>2009-05-20T22:02:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:30:42.707-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Ensaio sobre a queda.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/ShSpmrWl7VI/AAAAAAAAADY/fk40uJQcYjA/s1600-h/DSC00702.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338077940278488402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/ShSpmrWl7VI/AAAAAAAAADY/fk40uJQcYjA/s320/DSC00702.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não estranhar os erros presentes, escrevi em um momento não tão legal:&lt;br /&gt;"Como toda queda, sempre há o levantar. Incrível, quando menos esperamos o tombo vem, nos machuca, nos dói. Claro que a melhor parte é saber que a vida é um ciclo e, após passarmos pelo ponto mais baixo, começaremos a subir até chegar ao ápice novamente.&lt;br /&gt;São momentos que nos revelam algumas faces, que talvez já conheçamos superficialmente e que se mostram verderdadeiramente nesse determinado fato. Óbvio que há faces boas e faces ruins.&lt;br /&gt;O pior da queda é que, por mais que nos esforcemos para que tudo dê certo, vem algo para acabar com a nossa felicidade... pior ainda é o sentimento nostálgico que vem, que toma conta, sentimento esse que retoma momentos, palavras, pessoas que nos tronam felizes mesmo que seja por um minuto, um dia ou um ano!&lt;br /&gt;Gosto de ver o lado bom das coisas (mesmo que não pareça, hehe)... indo por essa lógica, como já falei antes, há a percepção verdadeira das pessoas no que se refere a sua reação ao "ver" a nossa queda. Ultimamente tenho pensado na probablidade de chegarmos ao ponto em que confiamos em só uma pessoa, nós mesmos. E agora!? Será que é hora de buscar novas pessoas, de abandonar grande parte daquilo que você levou anos para construir ou será que nós é que precisamos mudar para que as pessoas nos aceitem novamente?&lt;br /&gt;A única coisa que sei sobre isso tudo é que, se após a queda não levantarmos a cabeça, permaneceremos no fundo do poço por muito tempo..."&lt;br /&gt;"Qualquer indivíduo é capaz de solidarizar-se com o sofrimento de um amigo; solidarizar-se com êxitos alheios já requer uma natureza delicadíssima." Oscar Wilde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson Carlos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-3352193820369783539?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/3352193820369783539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/05/ensaio-sobre-queda_8169.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3352193820369783539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/3352193820369783539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/05/ensaio-sobre-queda_8169.html' title='Ensaio sobre a queda.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/ShSpmrWl7VI/AAAAAAAAADY/fk40uJQcYjA/s72-c/DSC00702.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-119935275340589753</id><published>2009-01-20T17:01:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:30:42.707-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Tempo e admiração.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SXYwOQM4OZI/AAAAAAAAAA4/XuOI-Sl57s8/s1600-h/Casa+de+praia+014.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293471433445882258" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 161px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SXYwOQM4OZI/AAAAAAAAAA4/XuOI-Sl57s8/s200/Casa+de+praia+014.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Incrível como alguns meses podem fazer transformações na sua vida (na minha pelo menos sim xD). Engraçado como existem pessoas em que você passa a confiar em tão pouco tempo e como elas passam a fazer parte da sua vida. Uma dessas pessoas é muito importante pra mim. Na verdade não a conheci nesses últimos meses, simplesmente perdemos contato e agora voltamos a nos falar. Acho que um motivo aparentemente superficial fez com que tudo voltasse a ser como era antes... Na verdade não, voltou de uma forma diferente, muito mais forte. Interessante que a forma vemos as pessoas (quase sempre) muda quando as conhecemos realmente e isso é enfatizado quando é aquela pessoa capaz de construir a própria beleza, através da sua personalidade, dos seus dons ou atitudes. A partir daí surge a admiração.&lt;br /&gt;Por vezes me pergunto se o ato de admirar é perceptível ou se realmente é preciso que digamos o que sentimos quanto àquela pessoa. Mas acho que, de uma forma ou de outra, o que mais esperamos é que essa admiração seja mútua e que ela seja base de um “relacionamento” (namoro, amizade, etc.) realmente duradouro.&lt;br /&gt;Sim, admiro realmente a pessoa citada acima, acho que mais do que qualquer outra (nossa, quem será? xD) e é essa admiração juntamente com confiança, carinho e lealdade é que fazem o meu sentimento por ela crescer cada dia mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson Carlos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-119935275340589753?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/119935275340589753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/01/tempo-e-admirao.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/119935275340589753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/119935275340589753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/01/tempo-e-admirao.html' title='Tempo e admiração.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SXYwOQM4OZI/AAAAAAAAAA4/XuOI-Sl57s8/s72-c/Casa+de+praia+014.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-7832050713471926514</id><published>2009-01-05T14:08:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:30:42.707-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>Relações toscas.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SWJAiHBnmPI/AAAAAAAAAAw/QVOsAjydoGs/s1600-h/1541390778_dea22d37d3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287859867231951090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SWJAiHBnmPI/AAAAAAAAAAw/QVOsAjydoGs/s200/1541390778_dea22d37d3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrível como muitas pessoas hoje baseiam seus relacionamentos de acordo com o status social ou pelo nível de poder, seja numa empresa, numa instituição ou até mesmo na própria família. Acham que por ter mais dinheiro ou influência podem construir relacionamentos onde o outro tenha a obrigação de se apresentar como subordinado. Isso me incomoda pelo simples fato de que as relações não “engrenam” dessa forma, pelo menos não devem, e que qualquer forma de submissão do próximo é completamente errada. Acho errado também aquelas tristes pessoas que insistem em seguir uma idiota regra de que “eu sou vou falar com ele (a) se falar comigo primeiro”. Sinceramente, acho inadmissível que para duas pessoas se relacionarem haja uma obrigação relacionada ao status e/ou de que apenas um dos dois tem que iniciar uma conversa por mais tola que seja. Que quem pensa assim, abra os olhos e procure viver, porque não é assim que as coisas andam.&lt;br /&gt;E que neste novo ano, essas pessoas possam ter consciência e mudem de verdade xD&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson Carlos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-7832050713471926514?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/7832050713471926514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/01/incrvel-como-muitas-pessoas-hoje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7832050713471926514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/7832050713471926514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/01/incrvel-como-muitas-pessoas-hoje.html' title='Relações toscas.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SWJAiHBnmPI/AAAAAAAAAAw/QVOsAjydoGs/s72-c/1541390778_dea22d37d3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5018748084497375570</id><published>2009-01-01T21:00:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:36:43.371-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sobre si'/><title type='text'>A mudança.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SV1atnl8W_I/AAAAAAAAAAo/Ldr1VRRDnoY/s1600-h/UA+%2B+shopping+021.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286481277371571186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SV1atnl8W_I/AAAAAAAAAAo/Ldr1VRRDnoY/s320/UA+%2B+shopping+021.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Realmente nem tudo o que aparenta ser o é de verdade. Foi um ano em que eu “quebrei a cara” muitas vezes, principalmente em relação ao lugar aonde cheguei; não imaginava que iria encontrar tão boas pessoas e que iria me sentir um dia feliz lá. É estranho dizer isso depois de tudo o que pensei e ouvi sobre aquela escola; um certo sentimento de culpa toma conta de mim então. A dor de sair de lá, sim, é comparável àquela dor ao qual me referia a todos, e, senão maior, é tão grande quanto. E lá eu me desiludi quanto ao mundo e me tornei outro ser, talvez melhor e foi onde eu vi que nem todo mundo tem caráter... Aprendi mil vezes mais agora e vi, de verdade, como é o sentimento da perda.&lt;br /&gt;Obrigado a vocês que me fizeram crescer mais do que nunca e que se tornaram uma parte de mim, e que me apoiaram nos momentos que mais precisei, pelos seus sentimentos e pelos momentos que nunca imaginei passar.&lt;br /&gt;Uma coisa que eu continuo sem entender, desde o ano passado, é como a gente pode entrar em um lugar o odiando e sair de lá com o maior desespero do mundo(por amá-lo). A maior colaboração foi deles, os amigos, os perfeitos (ainda que com defeitos xD) irmãos. Só me arrependo de uma coisa: de não ter aproveitado 100% as coisas boas e as pessoas que me foram proporcionadas lá.&lt;br /&gt;Repito: muito obrigado por tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RLAVPJD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson Carlos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5018748084497375570?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5018748084497375570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/01/mudana.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5018748084497375570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5018748084497375570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2009/01/mudana.html' title='A mudança.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_TUGRGNHOBEw/SV1atnl8W_I/AAAAAAAAAAo/Ldr1VRRDnoY/s72-c/UA+%2B+shopping+021.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2848887506095766240.post-5976757837221063028</id><published>2008-12-29T17:44:00.000-03:00</published><updated>2009-08-01T11:30:42.707-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entre relações.'/><title type='text'>O verídico amor.</title><content type='html'>Muita gente fala de amor sem saber o que realmente essa palavra significa. Será que o amor é um sentimento que realmente habita nas pessoas ou será que tudo não passa de uma ilusão ou farsa? Pouco se sabe sobre o verdadeiro amor. Ele simplesmente vem e domina a pessoa, torna-se parte dela. Não se sabe onde nem em “quem” podemos encontrá-lo realmente. Mas se for encontrado e acabar, como acontece em Ghost Love Score (v. vídeo abaixo), foi um amor verídico?&lt;br /&gt;Creio que sejam muito diferentes o simples “gostar” e o esplendoroso “amar”. Confundem-se muito esses dois termos, principalmente na forma como as pessoas os usam discriminadamente. Amor não se encontra naquele (a) que é o mais bonito (a) ou popular da escola, faculdade, enfim, nem naquela pessoa que ficou com você em um show ou numa festa por mero acaso. O amor se encontra na convivência, na valorização da pessoa a partir do momento em que você descobre a caráter e a personalidade do próximo e o admira a ponto de querer compartilhar um pouco de você com o outro. Isso eu considero o mais puro amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nilson Carlos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2848887506095766240-5976757837221063028?l=nilsonm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nilsonm.blogspot.com/feeds/5976757837221063028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2008/12/muita-gente-fala-de-amor-sem-saber-o.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5976757837221063028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2848887506095766240/posts/default/5976757837221063028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nilsonm.blogspot.com/2008/12/muita-gente-fala-de-amor-sem-saber-o.html' title='O verídico amor.'/><author><name>Nilson C.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03055259737500613404</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-V6v-8MohNTo/TW1WeI8aBDI/AAAAAAAAATQ/8P1n-L7qlIg/s220/SDC16999.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
